Sexta-feira, 9 de Dezembro de 2011

CRIANÇAS INDÍGENAS ENTERRADAS VIVAS

É triste saber que alguns acham que os índios precisam ficar isolados, condenados a sua cultura, sem oportunidade de conhecer que existe um único Deus que enviou seu Filho, Jesus Cristo, para libertar os povos, tribos e nações das trevas. É triste ter que apresentar esse vídeo. Mas é preciso que o mundo saiba, não importa que muitos já o tenham visto no youtube.


Alegando respeitar as “tradições” indígenas, antropólogos estruturalistas e “verdes” defendem, por exemplo, o infanticidio, ato contrário aos sentimentos humanos mais nobres.

No Brasil, tal vez o país mais na mira na próxima Rio+20, o tema está sendo discutido na Câmara dos Deputados desde 2007.

Naquele ano o parlamentar Henrique Afonso (PV/AC) apresentou projeto chamado de “lei Muwaji” (PLC 1.057/07), visando punir funcionários da saúde e da FUNAI por crime de “omissão de socorro” diante dos homicídios de recém-nascidos deficientes, filhos de mães solteiras ou gêmeos, cometidos em aldeias da Amazônia.

O nome do projeto se refere à índia Muwaji Suruwahá, que fugiu de sua tribo para evitar que sua filha, portadora de paralisia cerebral, fosse sacrificada.
Contudo, o projeto de Henrique Afonso, que classificava de “prática nociva” a referida “tradição” indígena do infanticídio, sofreu forte oposição do governo através da FUNAI e de antropólogos.
Mais ainda, essa prática inumana e anticristã é defendida também pelo CIMI, órgão ligado à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), a qual, no presente ano, está muito ativa
na área ecológica.

Muwaji com sua filha Rarani, fugiu da tribo Suruwahá para salvá-la

Em julho deste ano, a deputada petista Janete Pietá alterou a versão do projeto, de maneira a não conter mais as previstas punições aos servidores públicos.
Ao invés disso, os órgãos do governo limitar-se-ão a oferecer “oportunidades adequadas aos povos indígenas de adquirir conhecimento sobre a sociedade em seu conjunto”. Frase totalmente vaga que redunda em impunidade.
A deputada petista afirma defender a “autonomia dos povos indígenas”. Numa atitude que não faz jus ao seu sobrenome, a parlamentar procurou diminuir a gravidade desses cruéis assassinatos: “A tradição de sacrificar crianças é mantida por poucas comunidades”.
No dia em que uma “tribo urbana” de narcotraficantes ou de criminosos quiser defender sua impunidade alegando “autonomia” no morro e suas “tradições” culturais delitivas, já encontrará os sofismas registrados nas atas do Congresso Nacional.

Operando nos bastidores da Câmara, segundo a “Folha de S. Paulo”, a FUNAI fez o que pôde para “enfraquecer o texto com o argumento de que ele criaria uma interferência indevida e reforçaria o preconceito contra os índios”.

Todo ano, centenas de crianças são enterradas vivas ou abandonadas na floresta amazônica. 

O “ritual” seria praticado em território brasileiro por cerca de 20 etnias.

Mas os apóstolos da “religião verde”, entre os quais se destacam os neo-missionários comuno-progressistas do CIMI, empurram o País para o precipício. 



Links relacionados: 
Amazonia brasileira-um gigantesco desafio
Quebrando o silêncio-por amor aos povos indígenas
publicado por surfandonoassude às 16:00
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