Segunda-feira, 30 de Abril de 2012

CRIANDO A CIVILIZAÇÃO DO ANTICRISTO

O filósofo brasileiro Olavo de Carvalho fala sobre a obrigatoriedade do chip em 2013 nos Estados Unidos

publicado por surfandonoassude às 18:19
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Sábado, 28 de Abril de 2012

SÓ ACREDITO SE SAIR NA GLOBO

Teoria da conspiração só acredito se sair na Rede Globo
Samuel Natanael (Site: "Nos Dias de Noé")
Por Semeando
 
Faz algum tempo que um grupo específico subversivos, me incluo também nesta trup, vem alertando as pessoas sobre a conspiração existente em torno do mundo, ou melhor, os planos conspiratórios que a elite globalista elabora todos os anos através do encontro anual do Club dos Bilderberg, e implementa por meio da sua agenda global, etapas para o processo de dominação do mundo por meio de um governo mundial, e a escravizar a humanidade por intermédia de uma ditadura fascista.
No entanto, a maioria das pessoas tende a ficar na matrix (mundo, contexto fictício criado pelos senhores do mundo) não dando a devida importância para informações relevantes ao seu redor ( realidade fora da matrix), ignoram qualquer fato que foge da sua compreensão, preferem dar credito a veículos de comunicação, tendecionsos e controlados pela elite globalista, que servem aos seus propósitos escusos: desinformar as massas e condicioná-las a aceitarem apenas as informações que elas determinarem em suas programações, e ridicularizar quem acredita, e quem trabalham arduamente para alertas as pessoas como a trup dos subversivos , ou seja, o que é mentira passa a ser verdade, e o que é verdadeiro nunca é noticiado, por obstante, para ser mentiroso, e, por conseguinte, com essas mentiras disseminadas conduzem as massas para um abismo sem fim.





Assim acontecem com as teorias da conspiração, as pessoas recusam certas verdades porque para elas são assuntos sem pé, sem cabeça, foram condicionadas a não aceitarem estas questões como verdades absolutas, e recusar como fonte de credibilidade as mídias alternativas como: a internet, sites e blogs que discorrem destas informações, elas só irão acreditar que há um grupo de conspiradores tentando dominar o mundo a força, se a notícia sair num grande veículo de comunicação, por exemplo, como a Rede Globo.

É a pura verdade, um exemplo mais recente sobre isso é as declarações polêmicas do Ricardo Teixeira, dirigente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), que mediante as acusações graves de corrupção pela imprensa internacional e principalmente pela Rede Record entre outros, disse em nota que só acreditaria nas acusações se as mesmas forem veiculadas pela Rede Globo, porque será?

Portanto amigos, não seja escravo deste sistema illuminati cujo objetivo e condicionar você aos poucos para aceitar a Nova Ordem Mundial como solução para os problemas da humanidade, e solução instantânea paras as crises que assolam o mundo.




Você só ira validar estas informações se você estudar, pesquisar e aprofundar-se por si sobre as questões conspiratórias. Uma dica. Se você verdadeiramente deseja sair da matrix, é preciso que olhe o mundo por cima dos seus ombros, ou seja, desligue a televisão. Não assista TV nesse processo, aliás, se possível abandone de vez a televisão, e você vai descobrir que o mundo que você vive não passa de um conto de fadas criado para que você não saia da matrix, e fique por muito tempo escravo deste sistema maligno.
Lembre-se só em Jesus Cristo teremos a proteção, orientação e direção ideal, sem ele nada podemos fazer, ele é a nossa salvação, o nosso escudo forte contra a Nova Ordem Mundial
Fonte: http://www.revelacaofinal.com/2011/08/teoria-da-conspiracao-so-acredito-se.html
publicado por surfandonoassude às 20:06
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EUA-OTAN versus BRICS - Geopolítica

sábado, 28 de abril de 2012
CONFRONTO ENTRE EUA/OTAN E OS BRICS: AOS POUCOS, VAI SURGINDO


BRASIL É O BRIC MAIS IMUNE ÀS AGRURAS DO COMÉRCIO MUNDIAL


Pepe Escobar: "UMA HISTÓRIA DO MUNDO BRIC A BRIC"

DRAGÕES NEOLIBERAIS, SONHOS MOLHADOS EURASIANOS E DELÍRIOS À ROBOCOP

Por Pepe Escobar, no “Tom Dispatch”
“Goldman Sachs – na pessoa do economista Jim O’Neill – inventou o conceito de um novo bloco nascente no planeta: os BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China, África do Sul). Os mais cínicos, imediatamente, traduziram a sigla BRIC como “Bloody Ridiculous Investment Concept” [aprox. “Conceito de Investimento MUITO Ridículo”].

Nada tinha de ridículo. O mesmo Goldman estima que, em 2050, os países BRICS serão responsáveis por quase 40% do Produto Interno Bruto (PIB) global, e lá estarão reunidas quatro das cinco maiores economias mundiais. [1]

De fato, a sigla terá de ser expandida para incluir Turquia, Indonésia, Coreia do Sul e, sim, sim, também o Irã nuclear. Talvez BRIIICTSS?

Apesar de todos os problemas de nação que vive sob sítio econômico [2], o Irã também vai abrindo caminho no grupo N-11, outro conceito prospectivo já circulante. (N-11, “Next-11”) [“Próximos”-11] são as 11 economias que se estima que se tornarão emergentes em futuro próximo).

A pergunta de multitrilhões de dólares continua no ar: a emergência dos BRICS é sinal de que realmente entramos num novo mundo multipolar?

Paul Kennedy, esperto historiador de Yale (famoso pela “superextensão imperial das Grandes Potências” [3]) está convencido de que, ou estamos bem próximos de atravessar, ou já atravessamos uma “catarata histórica” [4] que nos levou até bem além do mundo unipolar pós-Guerra Fria da “única superpotência”. Há, diz Kennedy, quatro razões para isso:

--a lenta erosão do dólar norte-americano (antes, 85% das reservas globais; hoje, menos de 60%);
--a “paralisia do projeto europeu”;
--a ascensão da Ásia (o fim de 500 anos de hegemonia ocidental); e
--a decrepitude da ONU.

O Grupo dos Oito (G-8) já é cada dia mais irrelevante. O G-20, no qual se incluem os BRICS, pode ainda vir a revelar-se importantíssimo. Mas há muito a fazer para cruzar a tal “catarata histórica”, além de simplesmente deixar-se sugar inapelavelmente para dentro de grupos: é preciso reformar o Conselho de Segurança da ONU e, sobretudo, é preciso reformar o sistema de Bretton Woods, com especial atenção a duas de suas instituições cruciais: o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Mundial.

Brasil Por outro lado, é possível que o jeito do mundo seja mesmo o ‘vai-que-vai queira-ou-não-queira’. Afinal, como superpotências emergentes, os BRICS têm uma tonelada de problemas. Sim, só nos últimos sete anos, o Brasil acrescentou 40 milhões de pessoas [5] ao mercado de consumo de classe média; até 2016, terão sido investidos outros US$ 900 bilhões – mais de 1/3 do PIB – em energia e infraestrutura; e o Brasil não está tão exposto quantos outros países BRICS ao imponderável comércio mundial, dado que as exportações não passam de 11% do PIB, menos, até, que nos EUA.

Apesar de tudo isso, há problemas-chave que não mudam: falta de melhor administração, para nem falar no pântano da corrupção. Os jovens neoendinheirados brasileiros não dão qualquer sinal de serem menos corruptos que as velhas e arrogantes elites compradoras que governavam o país.



Índia Na Índia, a opção parece estar entre caos administrável e caos não administrável. A corrupção entre a elite política do país faria Shiva corar de orgulho. Abuso do poder estatal, controle nepotista sobre os contratos relacionados à infraestrutura, saque desabrido de recursos minerais, escândalos em grandes negócios imobiliários envolvendo patrimônio público – de tudo há muito, mesmo que a Índia não seja um Paquistão hindu. Não, pelo menos, até agora.

Desde 1991, “reforma” na Índia só significa uma coisa: comércio desenfreado e afastar o Estado da economia. Não surpreende, pois que nada se faça para reformar as instituições públicas que são, elas mesmas, um escândalo. Administração pública eficiente? Nem pensar! Em resumo, a Índia é um motor econômico caótico e, em certo sentido, ainda não é sequer potência emergente; muito menos é superpotência.

Rússia A Rússia, também, ainda tenta encontrar a poção mágica, inclusive uma política de Estado capaz de explorar a abundante riqueza dos recursos naturais, o território/espaço extraordinários e o impressionante talento social que lá se acumulou. A Rússia tem de modernizar-se rapidamente. Exceto em Moscou e São Petersburgo, no resto do país prevalece relativo atraso social. Os líderes russos ainda não se sentem confortáveis com a China na vizinhança (conscientes de que em qualquer aliança sino-russa, a Rússia será sempre o primo visivelmente mais pobre); e tampouco confiam em Washington. Estão ansiosos com a despopulação dos territórios orientais e preocupados com a alienação religiosa de suas populações muçulmanas.

E eis que entra em cena novamente o Putinator-presidente [6], com sua fórmula mágica para a modernização: uma parceria estratégica Alemanha-Rússia que beneficiará a elite do poder/oligarquia dos negócios, mas não, necessariamente, a maioria dos russos.

DEAD IN THE WOODS [MORTO NO BOSQUE]

O sistema “Bretton Woods”, criado depois da IIª. Guerra Mundial, já está oficialmente morto, é totalmente ilegítimo, mas... O que os BRICS planejam fazer em relação a ele?

Na reunião em New Delhi no final de março, trabalharam para criar um banco de desenvolvimento dos BRICS [7] que possa investir em infraestrutura e garantir-lhes crédito para enfrentar as crises financeiras que surjam no percurso. Os BRICS sabem, perfeitamente bem, que Washington e a União Europeia (UE) de modo algum aliviarão o controle que exercem através do FMI e do Banco Mundial. Apesar de tudo, o comércio entre esses países alcançará impressionantes US$ 500 bilhões em 2015, quase todo em suas próprias moedas.

Mas a coesão entre os BRICS, ou, no mínimo, a coesão que exista, centra-se, principalmente, na frustração, que todos partilham, com a especulação financeira à moda dos Mestres do Universo, que por um triz não jogou pelo penhasco a economia global em 2008.

Sim, os BRICS também mostram notável convergência de políticas e opiniões no que tenha a ver com o Irã, com um Oriente Médio desabrochado em primavera árabe e com o norte da África.

No momento, o problema-chave que os BRICS enfrentam é o seguinte: não têm qualquer alternativa ideológica ou institucional ao neoliberalismo nem ao reinado da finança global.

Como Vijay Prashad observou, o “Norte Global” fez tudo para impedir [8] qualquer discussão séria sobre como reformar o cassino financeiro global. Não por acaso, o presidente do G-77, grupo de nações em desenvolvimento (de fato, já é G-132), embaixador tailandês Pisnau Chanvitan, alertou contra “comportamento que parece indicar um desejo de ver nascer um novo neocolonialismo”. [9]

Mas as coisas acontecem, mesmo assim, é à moda-diabo. A China, por exemplo, continua a promover informalmente o yuan como moeda globalizante, se não global. Já comercia em yuan com a Rússia e a Austrália, para nem falar de América Latina e Oriente Médio. Cada vez mais, os BRICS apostam no Yuan como alternativa monetária a um dólar norte-americano desvalorizado.
 
O Japão está usando ambas as moedas, Iene e Yuan, no comércio bilateral com os vizinhos asiáticos gigantes. O fato é que já está em formação uma zona asiática não reconhecida de livre comércio, com China, Japão e Coreia do Sul já a bordo.

O que virá, ainda que inclua futuro brilhante para os BRICS, será sem dúvida muito confuso. [10]. Praticamente, quase tudo é possível: de outra Grande Recessão nos EUA à estagnação na Europa ou, até, o colapso da Eurozona; incluindo BRICS mais lentos, tempestades no mercado monetário, colapso das instituições financeiras e quebradeira global.

E por falar em confusão, não se pode esquecer o que disse Dick Cheney, quando ainda era presidente da Halliburton, no Instituto do Petróleo em Londres, em 1999: “O Oriente Médio, com dois terços do petróleo do mundo e custo mais baixo, ainda é, em todos os casos, onde está o prêmio”. [11] Não surpreende que, ao chegar ao poder como vice-presidente em 2001, sua primeira providência tenha sido ordenar a “libertação” do petróleo iraquiano. Claro. Todos sabem como o negócio acabou.

Hoje (governo diferente, mas idêntica linha de trabalho), é ‘embargo-de-petróleo-com-guerra-econômica’ contra o Irã. A liderança em Pequim vê o psicodrama “Washington contra o Irã” como golpe, puro e simples, para mudança de regime, sem nenhuma relação com armas atômicas. Aí também, mais uma vez, o vencedor do imbróglio do Irã é a China. Com o sistema bancário iraniano em crise, e o embargo norte-americano infernizando a vida econômica naquele país, Pequim pode, literalmente, ditar os temos, na compra de petróleo iraniano.

Os chineses estão ampliando a frota iraniana de navios-petroleiros, negócio de mais de US$ 1 bilhão de dólares, e outro gigante-BRIC, a Índia, já está comprando, até, mais petróleo do Irã que a China. Mas Washington não aplicará sanções aos países BRICS porque, nesses tempos, economicamente falando, os EUA precisam mais dos BRICS, que os BRICS dos EUA.

O MUNDO VISTO POR OLHOS CHINESES

China O que nos traz de volta ao dragão na sala: a China.

Qual é a obsessão radical dos chineses? Estabilidade, estabilidade, estabilidade.

A autoapresentação usual do sistema por lá, em termos de “socialismo com características chinesas” é, evidentemente, mais mítica que as Górgonas. De fato, a coisa está mais para neoliberalismo linha-dura com características chinesas, comandado por homens determinados a salvar o capitalismo global. [12]

Atualmente, a China está presa no meio de um movimento estrutural, tectônico, de transição, de um modelo de exportação/investimentos, para um modelo puxado por serviços/consumidores. Em termos do explosivo crescimento econômico, as últimas décadas foram quase inimagináveis para muitos chineses (e o resto do mundo), mas, segundo o “Financial Times”, puseram o 1% mais rico do país no controle de 40-60% de toda a riqueza doméstica. Como encontrar meio para superar tamanho, tão aterrador, dano colateral? Como conseguir que um sistema que tem embutidos tantos e tais problemas funcione para 1,3 bilhão de pessoas?

É onde entra em cena a “estabilidade-mania”. Em 2007, o primeiro-ministro Wen Jiabao alertava que a economia chinesa poderia tornar-se “não estável, não equilibrada, não coordenada e não sustentável”. Os famosos “Quatro Nãos”. [13]

Hoje, a liderança coletiva, incluído o próximo primeiro-ministro Li Leqiang, está dando um tenso passo adiante, expurgando a “instabilidade” do léxico do Partido. Para todas as finalidades práticas, a próxima fase no desenvolvimento chinês já está em andamento.

Será espetáculo digno de observar-se nos anos próximos.

Como os “príncipes coroados” nominalmente “comunistas” – os filhos e filhas dos principais líderes revolucionários do partido, todos imensamente ricos, graças, em parte, a arranjos amigáveis com corporações ocidentais, além de propinas, alianças com gângsteres, todas aquelas “concessões” a quem der mais e às ligações com a oligarquia capitalista crônica ocidental – levarão a China além das “Quatro Modernizações”? [14] Sobretudo, com toda aquela fabulosa riqueza a saquear.

O governo Obama, manifestando a própria ansiedade, respondeu à visível emergência da China como potência a ser reconhecida, com um “pivô estratégico” [15] das desastradas guerras no Oriente Médio Expandido, à Ásia. O Pentágono gosta de chamar isso de “reequilibração” [16] (por mais que as coisas andem superdesequilibradas e, até pior que isso para os EUA no Oriente Médio).

Antes do 11/9, o governo Bush focara-se na China como seu futuro inimigo global número 1. Então, o 11/9 redirecionou as coisas para o que o Pentágono chamou de “o arco de instabilidade”, o coração petrolífero do planeta, que vai do Oriente Médio à Ásia Central. Dado que Washington estava distraída, Pequim calculou que gozaria da vantagem de uma janela de, praticamente, duas décadas, quando a pressão estaria aliviada. Nesses anos, poderia concentrar-se numa versão hiperveloz de desenvolvimento interno, enquanto os EUA desperdiçariam montanhas de dinheiro naquela tresloucada “Guerra Global ao Terror”.

12 anos depois, a tal janela está sendo fechada com uma batida, quando, da Índia, Austrália, Filipinas à Coreia do Sul e Japão, os EUA declaram-se de volta ao business da hegemonia na Ásia. Qualquer dúvida de que essa seria a nova trilha dos EUA foi dissipada pela secretária de Estado Hillary Clinton, em manifesto publicado em novembro de 2011 na revista “Foreign Policy”, sob o título nada sutil de “America’s Pacific Century” [17] (E falava desse século, não do século passado!).

O mantra dos EUA não muda: “segurança dos EUA” e, por definição, aconteça o que acontecer, do planeta. Seja no Golfo Persa rico em petróleo, onde Washington “ajuda” os aliados Israel e Arábia Saudita porque se sentem ameaçados pelo Irã, seja na Ásia onde ajuda semelhante é oferecida a corpo sempre crescente de países que dizem sentir-se ameaçados pela China, tudo é feito, sempre, em nome da “segurança dos EUA”. Num caso e noutro, em absolutamente todos os casos, essa ideia sobrepuja qualquer outra.

Como resultado, se há uma Muralha de Suspeitas de 33 anos a separar EUA e Irã, há hoje, crescendo, uma Grande Muralha de Suspeitas entre EUA e China. Recentemente, Wang Jisi, Deão da “Escola de Estudos Internacionais da Universidade de Pequim” e um dos principais analistas chineses de estratégia, expôs a visão da liderança em Pequim sobre o tal “Pacific Century”, em artigo importante, em que figura como coautor. [18]

A China, dizem os dois autores, espera agora ser tratada como potência de primeira classe. Afinal de contas, “navegou em segurança (...) pela crise financeira global de 1997-98”, provocada, aos olhos de Pequim, por “deficiências profundas na economia e na política dos EUA. A China ultrapassou o Japão como segunda economia mundial e parece ser também a Nº.2 na política mundial. (...) Os líderes chineses não creditam esses sucessos aos EUA ou à ordem mundial liderada pelos EUA”.

Os EUA, Wang acrescenta, “são vistos na China em geral como potência declinante no longo prazo (...). É hoje questão de quantos anos, já não de quantas décadas, até que a China ultrapasse os EUA como a maior economia do mundo (...) e parte de uma nova estrutura emergente” (leia-se: os BRICS).

Em resumo, como Wang e seu coautor pintam o quadro, os chineses influentes veem o modelo de desenvolvimento de seu país como “uma alternativa à democracia e como experiência da qual outros países em desenvolvimento podem aprender, ao passo que tantos países em desenvolvimento que introduziram valores e sistemas políticos ocidentais conhecem hoje a desordem e o caos”.

Quer dizer: os chineses estão vendo um mundo no qual os EUA no ocaso ainda anseiam pela hegemonia global e ainda têm energia para bloquear potências emergentes – a China e os outros BRICS – e impedir que alcancem seu destino de século 21.

O SONHO EURASIANO MOLHADO DO DR. ZBIG

Ora, e como a elite política norte-americana vê esse mesmo mundo? Pode-se dizer que ninguém está mais bem qualificado para discutir esse tema que o ex-conselheiro de segurança nacional, facilitador do oleoduto BTC e, por algum tempo, conselheiro fantasma de Obama, Dr. Zbigniew (“Zbig”) Brzezinski. E ele não hesita em atacar a questão em seu livro mais recente, “Strategic Vision: America and the Crisis of Global Power”. [19]

Se os chineses mantêm o olhar estratégico sobre as outras nações BRICS, o Dr. Zbig permanece fixado no Velho Mundo, configurado para parecer novo. Agora, argumenta que, para que os EUA preservem alguma forma de hegemonia global, devem apostar num “Oriente expandido”. Significaria reforçar os europeus (sobretudo em termos de energia) ao mesmo tempo em que abraça a Turquia, que ele imagina como molde para novas democracias árabes; e engaja a Rússia, politicamente e economicamente, de modo “estrategicamente prudente e sóbrio”.

Turquia A Turquia, por falar dela, nada tem de modelar, porque, apesar da Primavera Árabe, não se vê, no futuro perscrutável, nenhuma nova democracia árabe. Mesmo assim, Zbig crê que a Turquia possa ajudar a Europa e, portanto, os EUA, por vias muito mais práticas, a resolver determinados problemas de energia global, facilitando “acesso desimpedido, através do Mar Cáspio, até o gás e o petróleo da Ásia Central”.

Sob as atuais circunstâncias, porém, isso, também, continua a ser pura fantasia. De fato, a Turquia só poderá ser país de trânsito no grande jogo da energia no tabuleiro eurasiano, que há muito tempo chamo de “Oleo-gasodutostão” [orig. Pipelineistan [20]], se os europeus conseguirem agir em conjunto. Terão de convencer a energeticamente rica e autocrática “república” do Turcomenistão [21] a ignorar sua poderosa vizinha, a Rússia, para vender à Europa o gás natural de que a Europa carece. E há também outra questão de energia cuja solução parece bem pouco provável atualmente: Washington e Bruxelas terão de superar as sanções e embargos [22] contraproducentes contra o Irã (e os jogos de guerra que vêm no mesmo pacote) e começar a negociar com seriedade com os iranianos.

Pois, mesmo assim, o Dr. Zbig propõe a ideia de uma Europa em segunda-marcha, como chave para o futuro poder dos EUA sobre o planeta. Visualizem o quadro como versão animada de um cenário no qual a atual Eurozona está em semicolapso. Zbig preserva o papel de liderança da burocracia inepta dos gatos gordos de Bruxelas que hoje governam a União Europeia, e apoia uma outra “Europa” (principalmente os países do “Club Med” do sul) fora do euro, com movimentação nominalmente livre de bens e pessoas entre as duas. Ele aposta – e nisso reflete um traço chave do pensamento de Washington – em que uma Europa em segunda-marcha, um Big Mac eurasiano, ainda colado pelo quadril aos EUA, mesmo assim possa ser ator globalmente decisivo para o resto do século 21.

E então, é claro, o Dr. Zbig exibe todas as suas cores de guerreiro da Guerra Fria, louvando uma “estabilidade” norte-americana futura “no Extremo Oriente” inspirada no “papel que a Grã-Bretanha desempenhou no século 19 como equilibradora e estabilizadora da Europa”. Estamos falando, em outras palavras, sobre o diplomata armado número um deste século. Ele concede, graciosamente, que “uma parceria global ampla EUA-China” seja ainda possível, mas só no caso de Washington conservar significativa presença geopolítica no que chama de “Extremo Oriente” – “a China aprove ou não”.

A CHINA NÃO APROVARÁ

Em certo sentido, tudo isso é conversa já conhecida, como também grande parte da atual política de Washington. Nesse caso, é, mesmo, versão remix de seu magnum opus de 1997, “The Grand Chessboard” [23] [O grande tabuleiro de xadrez], no qual, mais uma vez, certifica que “o vasto continente Transeurasiano é a arena central dos negócios mundiais”. Só que agora a realidade lhe ensinou que a Eurásia não pode ser conquistada e que a melhor chance dos EUA é tentar trazer Turquia e Rússia para seu lado.

O ROBOCOP É QUEM MANDA

De fato, Brzezinski soa benigno, se se compara o que diz ele e o que Hillary Clinton tem dito em pronunciamentos recentes, inclusive o que disse [24] à Conferência cujo nome já dá nó na língua” World Affairs Council 2012 NATO Conference” [Conferência do Conselho de Negócios Mundiais da OTAN 2012]. Ali, como faz regularmente o governo Obama, ela destacou “o duradouro relacionamento da OTAN com o Afeganistão” e elogiou as negociações entre EUA e Kabul, com vistas a “uma parceria estratégica de longo prazo entre nossas duas nações.”

Tradução: apesar de não conseguirem dar conta nem de uma guerrilha de pashtuns minoritários, e apesar de tentarem há anos, nem o Pentágono nem a OTAN têm qualquer intenção de reequilibrar qualquer de suas possessões no Oriente Médio Expandido. Já negociando [25] com o governo do presidente Hamid Karzai em Kabul por direitos de permanência até 2024, os EUA estão decididos a manter três grandes bases estratégicas afegãs [26]: Bagram, Shindand (próxima da fronteira com o Irã) e Kandahar (próxima da fronteira com o Paquistão). Só espíritos terminalmente ingênuos considerariam o Pentágono capaz de abandonar voluntariamente esses postos preciosos para monitorar a Ásia Central e os concorrentes estratégicos Rússia e China.

A OTAN, Clinton acrescentou em tom sinistro, “expandirá suas capacidades de defesa para o século 21”, incluindo o sistema de mísseis de defesa que a aliança aprovou na reunião de Lisboa em 2010.

Será fascinante ver o que pode significar a possível eleição do socialista François Hollande à presidência da França. Interessado em uma parceria estratégica mais profunda com os BRICS, Hollande comprometeu-se com o fim do dólar norte-americano como moeda mundial de reserva. A questão é: a vitória de Hollande será como meter um macaco na loja de porcelana dos trabalhos da OTAN, depois dos anos de governo do “Grande Libertador da Líbia”, esse neonapoleônico criador de cenas Nicolas Sarkozy (para quem a França nada é além de mostarda no “steak tartar” de Washington).

Não importa o que pensem o Dr. Zbig ou Hillary, muitos países europeus, fartos das aventuras de buraco negro dos dois no Afeganistão e na Líbia, e com o modo como a OTAN agora só serve aos interesses globais dos EUA, apoiam Hollande nesse ponto. Mesmo assim, será batalha morro acima, dificílima. A derrubada de Muammar Gaddafi e a destruição do regime líbio foi o ponto alto da agenda recente da OTAN no MENA “Middle East-Northern África” [Oriente Médio-Norte da África]. E a OTAN continua a ser o plano B de Washington para o futuro, se a rede de sempre de think tanks, fundos, fundações, dotações, ONGs e mesmo a ONU não conseguir provocar o que bem se pode descrever como “mudança YouTube de regime”.

Em resumo: depois de ir à guerra em três continentes (na Iugoslávia, no Afeganistão e na Líbia), convertendo o Mediterrâneo em virtual lago da OTAN, e patrulhar sem descanso o Mar da Arábia, a OTAN estará, segundo Hillary, “apostando na liderança e na força dos EUA, exatamente como fizemos no século 20, também para o século 21 e adiante”. Assim sendo, 21 anos depois do fim da União Soviética – razão de ser original da OTAN – parece que o mundo acaba assim: não num bang, mas com a OTAN, operando em modo de gemido, fazendo as vezes de Robocop global perpétuo.

Voltamos outra vez ao Dr. Zbig e à ideia dos EUA como “promotor e garantidor de unidade” no ocidente, tanto quanto como “equilibrador e conciliador” no Oriente (razão pela qual precisa de bases militares, do Golfo Persa [27] ao Japão [28], incluindo as bases no Afeganistão [29]). E ninguém esqueça que o Pentágono jamais desistiu da ideia de alcançar “Dominação de Pleno Espectro”.

Ante toda essa potência militar, porém, vale a pena ter em mente que esse é caracterizadamente um Novo Mundo (também na América do Norte). Contra armas e barcos armados, contra mísseis e drones, há o poder econômico. As guerras de moedas estão ativadas. Rússia e China, países BRICS, têm cordilheiras de dinheiro. A América do Sul está rapidamente se organizando em bloco. O Putinator-presidente já ofereceu um oleoduto à Coreia do Sul. O Irã planeja vender seus petróleo e gás em troca de uma cesta de moedas, nenhuma das quais será o dólar. A China está pagando para expandir [30] sua Marinha mercante e os mísseis terra-mar. Um dia, Tóquio talvez afinal entenda que, enquanto permanecer ocupada por Wall Street e pelo Pentágono, viverá sob recessão perpétua. E até a Austrália pode, eventualmente, não se deixar empurrar para uma guerra comercial contraproducente contra a China.

Assim, esse nosso mundo do século 21 está tomando o formato, em vasta medida, de um confronto entre EUA/OTAN e os BRICS, com casca e tudo, dos dois lados. Perigo: que em algum ponto da linha a coisa vire “Confronto de Pleno Espectro”. Porque – e que ninguém se engane –, diferentes de Saddam Hussein ou Muammar Gaddafi, os BRICS sim, podem reagir ao fogo”.

NOTAS DOS TRADUTORES
[1] “The Long-Term Outlook for the BRICs and N-11 Post Crisis”. [2] Pepe Escobar: “O mito do Irã ‘isolado”, 18/1/2012. [3] A expressão “imperial overstretch of the Great Powers” [aprox. “superextensão imperial das Grandes Potências”] apareceu em 1987, no livro The Rise ang Fall of the Great Powers [KENNEDY, Paul. Ascensão e Queda das Grandes Potências: Transformação Econômica e Conflito Militar de 1500 a 2000. Rio de Janeiro: Campus, 1989. 675 p.], para descrever o contexto em que as principais nações do mundo dão-se conta de que suas capacidades políticas, econômicas e militares são inadequadas para proteger e atender seus respectivos interesses e obrigações globais. [4] “Crossing a Watershed, Unawares” [5] “Brazil showcases economic potential” [6] “Call back yesterday” [7] “BRICS Support Development Bank Plan – Minister” [8] “North battles for 'market' supremacy” [9] “The G-77 awakes” [10] “Crise sistêmica global: GEAB No. 63” [11] “Full text of Dick Cheney's speech at the Institute of Petroleum Autumn lunch, 1999” [12] Pepe Escobar – “O ocidente e o resto, em modelo tamanho único: Declínio e Queda da Turma Toda” [13] “China’s Turning Point”: Commentary by Stephen Roach [14] Parte do programa de Deng Xiaoping para a República Popular: a modernização da agricultura, da indústria, da ciência e tecnologia e das forças militares (The Four Modernizations). [15] “Tomgram: Michael Klare, A New Cold War in Asia?” [16] “Yearender: Obama administration's Asia pivot strategy sows more seeds of suspicion than cooperation” [17] “America’s Pacific Century” [18] “Addressing U.S.-China Strategic Distrust” [19] BRZEZINSKI, Zbigniew, (jan.) 2012, Strategic Vision: America and the Crisis of Global Power, New York: Basic Books. Lê-se um excerto da Introdução. [20] “Tomgram: Pepe Escobar, Pipelineistan's Ultimate Opera” [21] “Tomgram: Pepe Escobar, Pipelineistan Goes Af-Pak” [22] “Tomgram: Juan Cole, The Iran Conundrum” [23] BRZEZINSKI, Zbigniew, The Grand Chessboard: American Primacy and Its Geostrategic Imperatives, Basic Books, 1997. [24] “Remarks to the World Affairs Council 2012 NATO Conference” [25] “With Pact, U.S. Agrees to Help Afghans for Years to Come” [26] “One U.S-Afghan Security Pact, Two Very Different Missions” [27] “Tomgram: Nick Turse, Off-Base America” [28] “Tomgram: John Feffer, Can Japan Say No to Washington?” [29] “Tomgram: Nick Turse, America's Shadowy Base World” [30] “China Takes Aim at U.S. Naval Might”

FONTE: escrito por Pepe Escobar, no “Tom Dispatch”, com título original “A History of the World, BRIC by BRIC”. Artigo traduzido pelo “pessoal da Vila Vudu” e postado no blog "Redecastorphoto"  (http://redecastorphoto.blogspot.com.br/2012/04/pepe-escobar-uma-historia-do-mundo-bric.html) [Título e imagens do Google adicionadas por este blog ‘democracia&política’]
publicado por surfandonoassude às 19:13
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RELIGIÃO da Nova Ordem Mundial IMPÕE CRACOLÂNCDIA no BRASIL

VOCÊ ACHA QUE NÃO É POSSÍVEL?
Samuel Natanael (Site: "Nos Dias de Noé")
(Foto os zumbis também se preocupam com a criação do idoma universal. Aqui temos uma fusão do inglês com o português no muro de boas vindas).
 
Entenda melhor como uma lei espiritual da nova ordem mundial se transforma em uma lei material.

Resumo da notícia: “Justiça proíbe abordagem da PM a morador de rua na cracolândia -A 1ª Câmara de Direito Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo decidiu que um morador de rua tem o direito de circular a qualquer momento na cracolândia (região central de SP) sem ser abordado pela PM.
O pedido de salvo-conduto foi feito pelos defensores públicos Bruno Shimizu e Daniela de Albuquerque. Eles afirmam que Carlos Eduardo de Albuquerque Maranhão foi submetido a constrangimento ilegal pela ação da PM na cracolândia, no começo do ano….”


Comentário: Aqui está sendo praticado mais um dos princípios do cristo cósmico Baha’u’llah sobre o fim de toda forma de preconceito. Agora, com a nova ordem mundial de Baha’u’llah, um zumbi pode comprar livremente a sua “pedrinha” na cracolândia que a PM não vai ter o direito de apreender e muito menos revistar. Só mudou o local de consumo que está sendo feito na Praça de Sé em São Paulo. Isso também representa um lucro no comércio de pedras, pois a ordem illuminati, que tem o controle sobre o Tribunal de Justiça, visa sempre os benefícios do mundo material.
Essa loucura também está obedecendo o artigo cinco do estatuto do zumbi, criado por nada mais que o Conselho de Psicologia, instituição que deveria cuidar e não estimular o consumo de drogas. Eis o que diz a lei:
5. DEFENDER UMA POLÍTICA DE SEGURANÇA PÚBLICA EM UMA PERSPECTIVA DE GARANTIA DE DIREITOS E NÃO DA REPRESSÃO POLICIAL.

Em fim, o diabo enlouqueceu a cabeça desse povo e o que era ilícito agora está sendo legalizado. Os trovões da unicidade rugem suas vozes procurando alguém para ser tragado (Apocalipse 10 : 3). É através dos versos de Baha’u’llah (quem vai acreditar que a terra é governada por seus poemas?) em seu Kitáb-i-aqdas, a carta magna da nova ordem mundial, que estás vozes chegam como melodia sobre as autoridades:

“K 162. Se Ele decretar lícito o que desde tempos imemoriais fora proibido (…) a ninguém é dado o direito de Lhe questionar a autoridade…” 
(Kitáb-i-aqdas – Baha’u’llah).

Outra coisa muito grave que está para acontecer é a aprovação do roubo por zumbis, pois serão considerados apenas dependentes químicos pela lei e não devem ser presos. Cadeia no futuro será lugar para pessoas honestas que se opõe a essa diversidade ridícula.
Agradecimentos ao blog Apocalink por ter postado sobre os zumbis, pois o google não gosta de mim só por que eu falo grosso aqui e fica tirando todos os posts do seu índice de pesquisas. Manipuladores!Safados!
Fontes:
http://apocalipsetotal.wordpress.com/2012/04/27/justica-proibe-pm-de-abordar-zumbis-na-cracolandia/
http://noticias.bol.uol.com.br/brasil/2012/04/26/justica-proibe-abordagem-da-pm-a-morador-de-rua-na-cracolandia.jhtm

publicado por surfandonoassude às 10:32
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Quarta-feira, 25 de Abril de 2012

ITÁLIA VENDENDO PARTES DE SEU TERRITÓRIO? - Intrigantes Curiosidades em Tempo de Crise

VOCÊ ACHA QUE NÃO É POSSÍVEL?

Russos foram convidados a adquirir a Sicília e a Sardenha
25.04.2012, 18:48

Foto: EPA
A “bota” italiana está prestes a se desmoronar. O Tirol do Sul que, a propósito, se encontra na parte norte do país, propõe resgatar a sua independência, a Liga do Norte quer criar o Estado independente de Padânia, constituída pelas províncias mais evoluídas da Itália. E eis uma nova iniciativa – foi proposto vender a Sicília, Nápoles e Sardenha. Esta proposta foi apresentada por Mario Borghezio, deputado europeu pela já mencionada Liga do Norte. O “separatista” está pronto a ceder estes territórios meridionais da Itália a estrangeiros. Na opinião de Borghezio, somente os bilionários russos ou americanos são capazes de vencer a “Cosa Nostra” da Sicília ou a “Camorra” napolitana. O deputado está convencido também de que, com a venda destes territórios que dão apenas prejuízo, a Itália poderá não somente melhorar a sua situação econômica, mas também amortizar uma parte da sua dívida de dois trilhões de euros.

Mario Borghezio revelou os pormenores desta iniciativa em entrevista à Voz da Rússia.

“Creio que no momento em que o nosso país luta com as consequências da crise econômica grave, a Itália necessita de recursos complementares, que lhe permitam diminuir o fardo da dívida pública, excecionalmente alta, que pesa agora nos seus ombros. Na minha opinião, a única variante admissível é a venda das mais importantes “pérolas” do nosso país. Propus as regiões que manifestaram, elas próprias, o desejo de se tornar autônomas e economicamente independentes. Vejamos, por exemplo, a Sicília. Uma Sicília independente bem que pode virar uma espécie de Flórida europeia. Mas, para alcançar este objetivo, os sicilianos devem ter acesso à total autonomia. Se não conseguirem levar a cabo esta ideia sozinhos, os russos ou americanos podem ajudá-los com as suas injeções financeiras. Isto ajudará a Sicília a tornar-se uma verdadeira Meca do turismo. Quanto à região de Campânia, com a sua capital Nápoles, a minha proposta a respeito da máfia tem um caráter puramente provocador. É sabido que esta região está sob o controle total de “barras-pesadas”. Creio, portanto, que quanto mais longe a Campânia estiver da outra parte, relativamente mais bem-sucedida, da Itália, tanto melhor”.

Mas não vai acontecer que esta lógica levará um dia a que toda a Itália seja vendida em leilão?

“Acredito sinceramente que isso não acontecerá. Quanto à Padânia, nós, a Liga do Norte, conseguiremos defendê-la com toda a certeza. Precisamente por isso procuramos separar o norte do resto da Itália para livrá-lo da má gestão e das consequências econômicas terríveis, - o resultado da política adotada por Roma. Esta política pode destruir o potencial moderno e altamente industrializado que o Norte possui, e infligir um golpe contra toda a Padania, que proporciona postos de trabalho a toda a Itália.

As autoridades oficiais por enquanto não se apressam a reagir a esta proposta original. Mas creio que enquanto a crise pan-europeia continuar na ordem do dia, semelhantes propostas, inclusive as mais inverosímeis, irão surgir em muitos países. Se os problemas na Europa continuarem, quem sabe, talvez chegue a hora de realizar estas ideias”.
FONTE: "A Voz da Rússia"
publicado por surfandonoassude às 10:32
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Domingo, 22 de Abril de 2012

O CHIP AINDA e outras REVELAÇÕES


publicado por surfandonoassude às 18:49
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A FÉ que NÃO É CEGA

CONFIANTEMENTE SUBMISSOS
Há pessoas que entendem que Deus só responde a orações feitas com plena convicção que Ele fará o que é pedido.
Qualquer dúvida quanto a isso é falta de fé e motivo para Deus não responder àquela oração.
Há pessoas que até alegam que outros não foram curados porque faltou a plena fé que era isso mesmo que Deus queria.
Jesus ao passar por um momento crucial da sua vida, orou assim, lá no jardim do Getsêmani:
“Pai, se queres, passa de mim este cálice; contudo, não se faça a minha vontade, e sim a tua” (Lucas 22.42).
Será que estava faltando fé em Jesus?
O que é realmente orar com fé?
Observemos ainda o nos diz Hebreus 5.7:
“Durante os seus dias de vida na terra, Jesus ofereceu orações e súplicas, em alta voz e com lágrimas, àquele que o podia salvar da morte, sendo ouvido por causa da sua reverente submissão.”
Como podemos orar assim como Jesus orou: com toda fé e ao mesmo tempo com toda submissão à vontade de Deus?
O que requer mais fé: pedir um milagre, ou se submeter e aceitar a vontade de Deus quando aquela vontade pode significar a ausência do milagre?
O que foi mais difícil para Jesus: Acreditar no poder do Pai, ou aceitar o cálice amargo da cruz?
Porque Jesus orou assim, Ele levantou-se pronto para fazer a sua parte.
E você, como tem orado a Deus?
Com essa fé submissa?
Se estivermos orando assim, não ficaremos revoltados.
Mas, estaremos prontos para aceitar e fazer a vontade de Deus, não como um peso, mas com aquela certeza resoluta e gratificante, com a qual Jesus se levantou do jardim para abraçar a cruz.
Que o Senhor nos ajude a sermos tão confiantes em nosso Deus e Pai como Jesus foi; e ao mesmo tempo, submissos, obedientes e resolutos para aceitar a Sua vontade (que é sempre “boa, agradável e perfeita” Rm 12:2 ).
E assim o nosso Deus seja glorificado por essa fé que, sem imposições ou exigências, confia e se submete sempre à vontade do Senhor.
Pessoas que possuem essa fé, realmente confiam em Deus e fazem a oração de fé.
Que Deus abençoe a todos.

Fonte:http://www.hermeneutica.com/*VISITE TAMBÉM: PC AMARAL - http://blogdopcamaral.blogspot.com.br/ VALE A PENA.
publicado por surfandonoassude às 16:29
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Sábado, 21 de Abril de 2012

GEOPOLÍTICA - "Quem cala consente"

Silêncio dos EUA sobre míssil indiano faz parte de xadrez geopolítico
 
A Índia realizou com sucesso, na quinta-feira 19, o lançamento de um novo míssil de longo alcance intercontinental com capacidade nuclear. O teste se deu poucos dias depois da crise diplomática provocada por uma operação similar da Coreia do Norte mas, ao contrário do ocorrido com relação a Pyongyang, o lançamento indiano foi acompanhado de um silêncio incomum por parte do governo dos Estados Unidos. Não é difícil explicar a contradição. Ela é parte da política externa de Washington.


O silêncio norte-americano indica um apoio velado à militarização indiana. “A Índia é um ator com tecnologia nuclear, que possui rivalidades históricas com a China, e que os EUA querem trazer para o seu lado” afirma Alexandre Ratsuo Uehara, analista de integração econômica asiática do Instituto de Relações Internacionais da Universidade de São Paulo (USP).

Segundo Uehara, a expansão geopolítica e o crescimento do orçamento militar chinês preocupam os EUA. E a Índia desempenha papel estratégico para conter Pequim.

”Os EUA apoiam a candidatura da Índia para o Conselho de Segurança da ONU, mesmo ela sendo um país com armas atômicas, e fecha os olhos para testes como esse com o intuito de limitar a expansão geopolítica chinesa”, diz.

A região da Ásia-Pacífico se tornou elemento central para o novo jogo geopolítico traçado pelo Pentágono. Segundo uma estimativa do instituto americano de pesquisa IHS, realizada em fevereiro, o orçamento de Defesa chinês duplicará até 2015 e superará todos os gastos militares somados das grandes potências da região Ásia-Pacífico. Com isso, os gastos militares chineses em 2015 alcançarão 238,2 bilhões de dólares, cerca de 32% do investimento norte-americano na área.

Contudo, projeções da revista The Economist indicam que, com a afirmação da China como maior potência econômica já em 2016, os EUA perderão o posto de maiores investidores do setor de Defesa para o gigante asiático até 2025.

Guerra-Fria moderna
Com o objetivo de impedir a hegemonia militar chinesa na região do Pacífico, Índico e da Ásia, o governo de Barack Obama anunciou, no início do ano, novas bases militares na Austrália e nas Filipinas. Foi um claro aviso a Pequim. “Esse movimento norte-americano é semelhante à política externa adotada na Guerra Fria. Com o intuito de criar um cordão de isolamento, os Estados Unidos patrocinam ou fomentam parcerias comerciais e diplomáticas com países vizinhos da China para limitar sua atuação”, diz Uehara.

Atualmente, os principais aliados dos EUA na região são Japão, Coreia do Sul, Filipinas e Austrália – do lado oriental do território chinês. Já do lado oeste, o cordão de isolamento conta com o apoio da Europa, Afeganistão e Índia. A tensão entre EUA e China também afeta o Oriente Médio. As divergências entre os dois países a respeito do que fazer com a respeito do levante na Síria e do programa nuclear do Irã são influenciadas por uma disputa aos recursos naturais da região.

Fonte: Revista Carta Capital / Marcelo Pallegrini
publicado por surfandonoassude às 13:59
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CONVOCAÇÃO PARA GUERRA

VOCÊ ACHA QUE NÃO É POSSÍVEL?
publicado por surfandonoassude às 12:37
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Obama APROVA LEI PARA IMPLANTE DO CHIP NOS CIDADÃOS EM 2013

VOCÊ ACHA QUE NÃO É POSSÍVEL?
     Com essa notícia, os Estados Unidos da América estão PROTAGONIZANDO o início LEGAL do REINO DO ANTICRISTO. Obama está sendo o instrumento escolhido para esse fim e, doravante, não nos surpreendamos se outros países seguirem seu exemplo. 
      Estamos realmente vendo acontecer diante dos nossos olhos aquilo que as escrituras profetizaram. Obviamente que esse tipo de matéria, que está sendo espalhada pela internet, será ROTULADO como teoria da conspiração (coisa de malucos que tem mania de perseguição). Isso é previsível.
                                                         APOCALIPSE 13:14-18
"E engana os que habitam na terra...E [da mesma maneira] faz que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e servos, lhes seja posto um sinal [estampado] na sua mão direita, ou nas suas testas, Para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tiver o sina (marca, inscrição), ou o nome da besta, ou o número do seu nome. Aqui há [espaço para] sabedoria. Aquele que tem entendimento, calcule o número da besta; porque é o número de um [certo] homem, e o seu número é seiscentos e sessenta e seis." 

                                 Veja o vídeo:


publicado por surfandonoassude às 08:55
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Sexta-feira, 20 de Abril de 2012

HITLER TORCEU A BÍBLIA para matar judeus


 

VOCÊ ACHA QUE NÃO É POSSÍVEL?

Nos anos após a Primeira Guerra Mundial, enquanto alemães magros de fome empurravam carroças cheias de seu desvalorizado dinheiro de papel pelas ruas na esperança de encontrar um pão velho no mercado, apareceu um homem que prometeu melhorar tudo.

Adolf Hitler, até aquele momento um joão-ninguém sem nenhuma distinção, teve uma ascensão governamental jamais vista na Alemanha. A maioria de nós sabe o resto da história (embora duvido que muitos jovens a compreendam muito). Contudo, nos volumes incontáveis que foram escritos sobre esse ditador diabólico, poucos investigaram como as opiniões torcidas dele a respeito da fé religiosa foram usadas para subjugar um continente.

LEIA O ARTIGO COMPLETO NO SEGUINTE LINK: "holofote.net"

publicado por surfandonoassude às 11:26
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BÍBLIA - FALSIFICANDO COM SUTILEZA

VOCÊ ACHA QUE NÃO É POSSÍVEL?

Nova Tradução da Bíblia omite "Jesus Cristo" e "Anjo"

A nova tradução da Bíblia para o Inglês não contém o nome de "Jesus Cristo" nem a palavra "anjo". Ele também prefere a palavra "emissário" do que "apóstolo".

The Voice (A voz), uma Bíblia que substitui "Jesus Cristo", com termos como "Jesus, o Ungido", teve sua edição completa lançada pela Editora Thomas Nelson, no mês passado.

Frank Couch, editor principal do projeto da Thomas Nelson, disse ao The Christian Post que o propósito de A Voz era fazer com que a mensagem do Evangelho fosse mais fácil de entender para as audiências modernas.
"A voz não alegou ser mais precisa do que qualquer outra tradução, mas sim é mais facilmente compreendida do que qualquer outra tradução", disse Couch.
Leia o artigo completo no link: "Blog do Francisco Evangelista"
publicado por surfandonoassude às 11:18
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UMA MENINA ANENCÉFALA CONTRA OS MENTIROSOS

VOCÊ ACHA QUE NÃO É POSSÍVEL?
Escrito por Joana Schmitz | 19 Abril 2012 - Media Watch - Outros
"Por acaso, Sr. Carlos, você já acordou de madrugada com uma planta chorando de cólica? Você já pegou uma planta no colo e ela abraçou seu pescoço bem apertado até você sentir sua respiração bem próxima ao seu peito?

Comentário de Klauber Cristofen Pires: Segue a resposta publicada por Joana Schmitz, a mãe da doce menina Vitória de Cristo, sobre levianas acusações de farsa publicadas pelo site G1.
LEIA O ARTIGO COMPLETO NO SEGUINTE LINK:"MÍDIA SEM MÁSCARA"
publicado por surfandonoassude às 08:20
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Sábado, 14 de Abril de 2012

A PROMESSA QUE JESUS FEZ

Jesus Realmente se Atrasou?
Quando cristãos passam por sofrimentos intensos, às vezes se questionam: “Por que Jesus ainda não veio nos arrebatar?” A resposta é: por causa da misericórdia e paciência do Senhor com aqueles que ainda vão aceitar a salvação (veja 2 Pedro 3.8-9,15).

Há algum tempo o jornal suíço Tages Anzeiger publicou a manchete: “Quando Jesus se Atrasa Demais”. O texto dizia:

“...milhares de pessoas continuam sendo amedrontadas pelas visões da Chamada da Meia-Noite sobre os tempos finais. Norbert Lieth, sucessor de Wim Malgo, expressa sua fixação pelo futuro de uma maneira mais branda que seu antecessor, mas reafirma a proximidade do fim do mundo e ganha os crédulos pregando o medo do Juízo Final iminente...”

Conforme essas afirmações, estaríamos incutindo medo nas pessoas e ganhando adeptos com a ameaça de que o Juízo Final está próximo. Porém, uma rápida olhada para o cenário mundial nos convence do contrário: não somos nós que incutimos medo nas pessoas. As pessoas já têm medo: medo de guerras, de contaminação biológica, química e atômica. Medo de ataques terroristas. Medo de viajar de avião. Medo de perder o emprego. Medo de ficar doente – medo de muitas coisas.

Pessoas como o jornalista que nos criticou estão alienadas da verdade e nos lembram da passagem bíblica de 2 Pedro 3.3-6: “tendo em conta, antes de tudo, que, nos últimos dias, virão escarnecedores com os seus escárnios, andando segundo as próprias paixões e dizendo: Onde está a promessa da sua vinda? Porque, desde que os pais dormiram, todas as coisas permanecem como desde o princípio da criação. Porque, deliberadamente, esquecem que, de longo tempo, houve céus bem como terra, a qual surgiu da água e através da água pela palavra de Deus, pela qual veio a perecer o mundo daquele tempo, afogado em água.” Hoje isso se cumpre literalmente diante de nossos olhos, pois é comum ouvirmos afirmações de que nada mudou e que tudo continua e continuará como sempre foi.
Para onde se dirige o mundo?


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Medo de contaminação biológica... medo de contaminação radioativa... medo de viajar de avião.

O que é real nesse contexto? Não se torna cada vez mais óbvio que alguma coisa está errada com o nosso velho planeta Terra? Os acontecimentos não se atropelam? Quem consegue se lembrar do assunto que monopolizava a mídia antes dos atentados ao World Trade Center em Nova Yorque em 11 de setembro de 2001? Já foi esquecido? Hoje em dia a memória é muito curta! As manchetes daquela época eram sobre a febre aftosa que se espalhava na Europa. Na Inglaterra, Alemanha e Holanda foram sacrificadas e incineradas mais de 400.000 cabeças de gado. A revista Die Zeit escrevia: “Epidemias, animais sacrificados em massa, o céu se tinge de vermelho acima das montanhas de cadáveres em chamas. Esse é cenário de um grande drama...” Mas depois de 11 de setembro essa tragédia para muitos pecuaristas caiu rapidamente no esquecimento – ou será que ela deixou de ser interessante diante da dimensão do que aconteceu nos Estados Unidos? Os acontecimentos se atropelam. Uma catástrofe segue a outra. Além dos diretamente atingidos, quem ainda se recorda de fatos que foram manchete há dois ou três anos atrás? O tom adotado pelos meios de comunicação é sempre o mesmo: “Nada de pânico! Tudo vai continuar igual. A situação está controlada. Temos o domínio da situação!”

O que acontece hoje nos lembra o naufrágio do Titanic. Ele estava avariado, se enchendo de água e se inclinando perigosamente, mas o povo continuava a dançar ao som da orquestra. Isso não parece um retrato do que acontece hoje em dia? Quase nada consegue tirar nosso sossego. “O quê? Uma crise? Mas não aqui! Não conosco! Para que fazer tempestade em copo dágua?” Quando os cristãos ou, como neste caso, nós da Chamada da Meia-Noite, tentamos analisar os acontecimentos atuais no contexto bíblico, somos chamados de malucos e pessimistas e acusados de espalhar o pânico entre o povo.

Mas existem pessoas que sabem que nem tudo vai continuar como sempre foi. Um exemplo: logo depois das grandes enchentes na Alemanha em 2002, não era mais possível fazer seguro contra inundações. As seguradoras se negavam a assinar novos contratos alegando que a situação, como um todo, precisava ser reavaliada. Em outras palavras, elas estavam dizendo que nunca tinham ocorrido inundações tão graves, mas elas poderiam se repetir!
“Creia firmemente em si mesmo, pense positivo!”

Quando as águas rolaram sobre a Alemanha e a Áustria, eu e minha família nos encontrávamos na casa de amigos em Viena. Nossos amigos foram poupados pela catástrofe, mas vimos bem de perto o que é uma grande inundação desenvolvendo todo o seu potencial de destruição. Vimos casas debaixo da água até o telhado, pessoas que perderam tudo o que tinham e famílias inteiras diante da ruína econômica.

Nessa época, ouvi um programa de rádio em que psicólogos, conselheiros e pastores procuravam dar “apoio” aos atingidos pelas cheias. Eles consolavam e animavam as pessoas com chavões do tipo: “Agora o importante é acreditar muito em si mesmo!” “Vocês devem ter pensamento positivo! Só com uma postura positiva vocês conseguirão superar essa catástrofe!”

Parece que eles estavam brincando, não é verdade? De que adianta ouvir, apesar de ser dito por pessoas consideradas competentes: “Creia em si mesmo!”, tendo diante dos olhos a completa destruição daquilo que se demorou uma vida inteira para construir ou diante da perda de um ente querido? É essa a ajuda que muitos pastores, psicólogos e conselheiros têm a oferecer? Se isso é tudo, não precisamos nos admirar que os bancos de certas igrejas e os corações dos poucos ouvintes continuem vazios.

Os não-cristãos ou os cristãos nominais não oferecem ajuda real, e nós cristãos somos tratados grosseiramente pela mídia, que espalha meias-verdades e deturpa o que dizemos. Por que os meios de comunicação fazem isso? Porque os cristãos renascidos têm a coragem de oferecer ajuda real e consolo verdadeiro ao ser humano. Não um consolo barato do tipo: “Pense positivo!”, “Levante a cabeça! Creia em si mesmo! Tudo vai ficar bem”. Nós, cristãos, temos respostas para as questões que mexem com a cabeça das pessoas de nossa época. Não espalhamos o medo, não somos pessimistas e muito menos estamos tentando criar um clima de fim de mundo. Nossa mensagem é a oferta do perdão, do Evangelho da consolação e da esperança. Nossas pregações falam de um futuro maravilhoso. Por isso, se Deus nos ajudar, ficaremos firmes no Evangelho de Cristo mesmo que a mídia nos ataque, difame nossa mensagem ou nos acuse de dizer coisas que não dissemos.
Cristãos silenciosos e sinos que se calam

Infelizmente, cada vez mais cristãos se calam e igrejas silenciam. Não existem mais respostas para as grandes dúvidas e questões de nossa época. Um pastor aposentado declarou: “No meio de tudo o que se disse a respeito das inundações que varreram a Europa, senti a falta do som dos sinos das igrejas”. Com isso ele estava querendo expressar o que um outro artigo citou: “Os tempos em que os sinos se calavam sempre eram tempos difíceis para as pessoas, independentemente da região do mundo ou do século em que eles deixaram de se fazer ouvir. Ditadores e revolucionários não apenas fizeram calar os sinos... com o seu silenciar calavam-se também as vozes das pessoas... Quando os sinos deixam de se fazer ouvir, a vida, a liberdade, a tolerância e a humanidade estão diretamente ameaçadas”. Alexander Soljenitzyn, o famoso dissidente soviético, expressou essa idéia em um poema:

“Sinos Vespertinos”

Desde sempre
as pessoas foram egocêntricas
e nem sempre bondosas.
Mas os sinos tocavam
e seu som pairava
sobre os campos, sobre os bosques.
Avisava,
exortava
a deixar de lado
as coisas terrenas,
as coisas pequenas
que nada valem,
lembrando
dos valores eternos.
Fazendo pensar
naquilo que não passa.
O toque dos sinos
impedia que as pessoas
se transformassem
em criaturas de quatro patas.

Hoje a maior das inundações poderia assolar a Europa – e mesmo assim os sinos das igrejas continuariam mudos. Perdeu-se a voz dos sinos. Parece que as igrejas, e, com elas os cristãos, não têm mais nada a dizer. Quando alguém tem a coragem de conclamar as pessoas a tomarem consciência, a voltarem para Deus e se arrependerem, corre o risco de ser chamado de pessimista e acusado de espalhar o pânico.

Logo depois das inundações visitei uma pequena igreja evangélica na Saxônia, a região da Alemanha mais duramente atingida pela catástrofe. Quando perguntei como os cristãos estavam lidando com a situação, o pastor respondeu: “Ajudamos no que for possível e transmitimos uma mensagem bíblica para as pessoas”. Os irmãos dessa igreja não diziam: “Pense positivo!” Sua mensagem era a respeito do amor de Jesus Cristo, de Seu perdão, da esperança e do consolo de um futuro com Jesus. Até nas piores situações e no meio das maiores catástrofes, os cristãos sabem que não estão sozinhos. Eles sabem que o Senhor Jesus está ao seu lado, em qualquer lugar, pois disse: “Eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século” (Mt 28.20). Em meio das maiores aflições, os filhos de Deus podem dizer: “Tu me cercas por trás e por diante e sobre mim pões a mão” (Sl 139.5). Em meio aos desastres, os cristãos estão abrigados e protegidos no Deus vivo. Esta é a nossa mensagem, o nosso consolo e a nossa esperança!
Um cristão adoece porque não tem fé?

Há igrejas que afirmam: “Quem tem fé não fica doente!” Elas ensinam que Deus quer que tudo vá bem na nossa vida, que tenhamos sucesso nos negócios, um casamento feliz e filhos dos quais possamos nos orgulhar. Se essa é a sua situação, agradeça sempre a Deus, pois esse é um presente da graça dEle!


Hoje a maior das inundações poderia assolar a Europa e mesmo assim os sinos das igrejas continuariam mudos.

Pastores e igrejas que defendem esse tipo de ensino baseiam-se no versículo de Malaquias 3.10: “Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa; e provai-me nisto, diz o Senhor dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu e não derramar sobre vós bênção sem medida.” Quem pensa que os crentes são poupados sempre de todo e qualquer sofrimento quando cumprem o que diz essa passagem, parece desconhecer que a Bíblia também fala que todos nós, uns mais, outros menos, temos de entrar no reino de Deus através de muitas tribulações (At 14.22).

A esposa de um dos missionários da Chamada da Meia-Noite ficou paraplégica devido a um trágico acidente. Alguém lhe disse: “Deus não quer que você fique aleijada. Se você crer de todo o coração, Deus vai curá-la...”! Esse tipo de declaração testemunha que a pessoa tem uma concepção distorcida do que as Escrituras dizem, além de uma grande falta de tato e completa ausência de piedade com quem está sofrendo.

Hebreus 11 menciona homens e mulheres que passaram por experiências maravilhosas com Deus. Eles, “...por meio da fé, subjugaram reinos, praticaram a justiça, obtiveram promessas, fecharam a boca de leões, extinguiram a violência do fogo, escaparam ao fio da espada, da fraqueza tiraram força, fizeram-se poderosos em guerra, puseram em fuga exércitos de estrangeiros. Mulheres receberam, pela ressurreição, os seus mortos” (Hb 11.32-35a). Mas o texto continua dizendo que alguns heróis da fé “foram torturados, não aceitando seu resgate, para obterem superior ressurreição; outros, por sua vez, passaram pela prova de escárnios e açoites, sim, até de algemas e prisões. Foram apedrejados, provados, serrados pelo meio, mortos a fio de espada; andaram peregrinos, vestidos de peles de ovelhas e de cabras, necessitados, afligidos, maltratados, (homens dos quais o mundo não era digno), errantes pelos desertos, pelos montes, pelas covas, pelos antros da terra” (vv. 35b-38). Estes verdadeiros heróis da fé vivenciaram grandes milagres, obtiveram maravilhosas respostas às suas orações e por meio da fé “subjugaram reinos”. Tal foi a experiência de John Knox, o reformador da Escócia. A rainha da Escócia temia mais as orações desse homem do que todos os exércitos da Inglaterra. Entretanto, o texto de Hebreus 11 continua citando, sem interrupção, também os heróis da fé que passaram pelas mais profundas angústias, e nem por isso deixaram de ser considerados heróis espirituais. Nos dias de hoje esses heróis e heroínas da fé são encontrados no Sudão, na Indonésia, na Coréia do Norte, na China. Cristãos que sofrem dores durante toda a sua vida, que passam por lutas e sofrimentos, que perdem o emprego e muitas vezes padecem de profunda depressão são hoje nossos heróis da fé quando, ao passar por tudo isso, continuam firmes no Senhor. Pode até acontecer que casas de cristãos sejam arrastadas pela correnteza de uma grande enchente. Cristãos podem passar por todos esses sofrimentos, mas mesmo assim são e continuarão sendo gigantes da fé! Deveríamos nos conscientizar de que o sofrimento, o perigo, os problemas, “os revezes do destino”, não dizem nada acerca do caráter genuíno e da seriedade da vida cristã de uma pessoa. Porém, sua maneira de lidar com essas situações, sua postura diante dos problemas e dificuldades é que vai indicar a qualidade de sua vida espiritual.

Nossa tarefa não é pregar felicidade, sucesso e prosperidade. Muito menos queremos vender consolo barato. O que desejamos é falar de uma vida em Cristo que é possível mesmo no meio de problemas, tentações e provações. Muitas vezes Deus permite coisas que superam nossa capacidade de entendimento e vão até o limite do que podemos suportar emocionalmente. Então se justifica a pergunta: “Por que tudo isso?”
Pensamentos de paz

As coisas negativas na vida de um crente podem ter diversas origens, que vou mencionar aqui, mesmo sabendo que não conseguirei listar todas elas. Não sabemos tudo e não podemos explicar todas as coisas.

Na minha opinião, muitas vezes Deus permite que coisas ruins nos aconteçam para provar o quanto a nossa fé é autêntica. Enquanto tudo vai bem em nossa vida, quando temos saúde e nossos filhos são obedientes, então não achamos difícil ser cristãos. Mas quando a nossa vida é sacudida e começamos a passar por grandes problemas, físicos ou emocionais, quando sofremos derrotas, quando nossos filhos seguem seus próprios caminhos, então, penso eu, Deus está nos perguntando: “Você ainda me ama? Você me ama mesmo que tudo esteja ruim?”

Quando eu e minha esposa vimos pessoalmente a extensão dos danos causados pela enchente e como, em questão de horas, as águas destruíram o que as pessoas haviam levado uma vida inteira para construir, dissemos um ao outro: “Sem a Bíblia e sem a fé, numa hora dessas o desespero poderia tomar conta de qualquer um”. Como cristãos, deveríamos pensar sempre que Deus vê muito além das circunstâncias momentâneas e que Ele tem pensamentos de amor a nosso respeito: “Eu é que sei que pensamentos tenho a vosso respeito, diz o Senhor; pensamentos de paz e não de mal, para vos dar o fim que desejais” (Jr 29.11). A tradução literal do final do versículo seria “para que eu vos conceda esperança e futuro”.

Coisas ruins podem acontecer, sim, também na vida de crentes, pois como todas as outras pessoas, eles passam por muitos sofrimentos e estão sujeitos às dificuldades financeiras. Mas um cristão sabe: Deus está acima de tudo! Ele, o Eterno, segura minha vida em Suas mãos. Este Deus, que chama todas as estrelas pelo nome (Sl 147.4), nos diz que “...até os cabelos todos da cabeça estão contados” (Mt 10.30-31). Além disso, temos um Ajudador, um Advogado e Consolador, que está conosco mesmo nas horas mais negras de nossa vida (Jo 14.16-17). Depois de um culto, uma irmã em Cristo veio falar comigo e disse: “Há três meses perdi meu marido. Todas as noites, quando chego em casa, não há ninguém para me receber, ninguém que me dê um abraço. Ninguém que fale comigo, que me diga uma palavra de carinho. Me sinto tão sozinha. Mesmo assim tenho um consolo muito grande em meu coração, o consolo do Espírito Santo. E esse consolo ninguém consegue tirar de mim”. Essa irmã expressou o que Jesus prometeu: “Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como a dá o mundo. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize” (Jo 14.27).

Não permitamos a ninguém que nos roube essa mensagem...

– mesmo que o mundo desabe.
– mesmo que exista muito sofrimento em nossa vida.
– mesmo que não possamos mais sair da cama ou de casa devido às dores ou enfermidades.
– mesmo que o mundo nos chame de malucos.

Temos uma mensagem de esperança e consolo. Mas temos ainda mais, pois outro aspecto importante de nossa mensagem é dizer que:
Jesus está voltando!

Não permitamos que nada, nem ninguém, nos demova desse elemento maravilhoso da mensagem do Evangelho! Pois quando proclamamos a volta do Filho de Deus estamos em ótima companhia. Há dois mil anos essa já era a mensagem da Igreja primitiva. Igualmente o apóstolo Paulo, Martim Lutero, John Nelson Darby, Charles H. Spurgeon e muitos outros proclamaram o que a Escritura ensina: Jesus está voltando!


“...até os cabelos todos da cabeça estão contados”.

Sempre que o Evangelho era pregado em sua plenitude, incluindo a volta de Cristo, a Igreja era ardente e se preparava para encontrar-se com seu Senhor. Por esperar o Senhor Jesus a qualquer momento, ela vivia de acordo com essa expectativa. “Jesus está voltando!” foi, durante toda a vida da Igreja, um grito de alerta e, ao mesmo tempo, um brado de esperança. Mas quando se começava a negligenciar essa parte do Evangelho, a deixá-la de lado e a esquecê-la, cedo ou tarde a Igreja começava a adormecer. Ela perdia sua substância, sua força e sua autoridade espiritual.

A igreja de Tessalônica estava enfrentando problemas, e Paulo lhe escreveu, significativamente: “Porquanto o Senhor mesmo, dada a sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro; depois, nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares, e, assim, estaremos para sempre com o Senhor. Consolai-vos, pois, uns aos outros com estas palavras” (1 Ts 4.16-18). A Bíblia, e o apóstolo Paulo, não oferecem consolo maior para a Igreja do que o brado: “Jesus vai voltar!” Essa mensagem exprime a esperança por uma pátria melhor. A Escritura diz que nós, como Abraão, buscamos um lar, “a cidade que tem fundamentos, da qual Deus é o arquiteto e edificador” (Hb 11.10).

Os cristãos não têm uma mensagem de medo, nem de pessimismo, e muito menos espalham pânico e pavor do futuro. Nós cristãos temos uma mensagem autêntica e uma resposta real às perguntas e questionamentos, às angústias e tristezas de nosso mundo e de nossa época. Temos muito mais a oferecer do que dizer: “Pense positivo!” Concordamos com Lutero quando ele disse: “Se eu soubesse que Jesus viria amanhã, hoje mesmo ainda plantaria uma macieira”. Essas palavras expressavam sua esperança de que Jesus poderia voltar a qualquer momento. Sua vida e seu ministério estavam adequados a essa expectativa.

Mais uma vez declaro: temos a mesma mensagem que Paulo e Lutero tinham. Não deixemos que nos encurralem em um canto nem permitamos que calem nossa pregação. O que mais queremos é animar as pessoas, proclamar o perdão em nome de Jesus e despertar em muitos corações a esperança pelo futuro glorioso junto dEle. Essa é a nossa mensagem à humanidade que vive imersa em medo e insegurança. Essa é nossa resposta às perguntas e aos anseios do mundo em que vivemos. (Samuel Rindlisbacher - http://www.chamada.com.br)
Publicado anteriormente na revista Chamada da Meia-Noite, setembro de 2005.

Revista mensal que trata de vida cristã, defesa da fé, profecias, acontecimentos mundiais e muito mais. Veja como a Bíblia descreveu no passado o mundo em que vivemos hoje, e o de amanhã também.
publicado por surfandonoassude às 17:26
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Sexta-feira, 13 de Abril de 2012

Judeus Messiânicos Etíopes de Israel

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publicado por surfandonoassude às 17:43
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