Sexta-feira, 29 de Junho de 2012

CIDADES FANTASMAS - A FARSA do CRESCIMENTO CHINÊS

OBS: Quando a bolha chinesa estourar o que mais irá acontecer com a crise econômica mundial? É por essas e outras que alguns analistas são categoricamente pessimistas e extremamente alarmistas em relação a situação econômica mundial. Boa leitura a todos!

CHINA: CIDADES NOVINHAS CONSTRUÍDAS PARA NINGUÉM MORAR

Vídeo ESPANTOSO: na China, cidades inteiras, novinhas em folha, construídas para ninguém morar. Há 64 milhões de imóveis vazios, e centenas de milhões de pessoas sem ter onde morar


Milhares de apartamentos vazios, árvores, jardins, avenidas: nada de gente, nada de automóveis (Foto: wnd.com)
Cidades inteiras, com conjuntos habitacionais imensos, maciços de escritórios, shoppings center gigantescos – vazias.
Bairros repletos de aranhas-céu, centros comerciais maiores do que de Miami ou de Cingapura – e nenhuma pessoa dentro, nenhum movimento, nada.
Cidades fantasmas, que custaram centenas de bilhões de dólares.
Isto está acontecendo na China. Para manter alto o crescimento do PIB determinado pelas autoridades centrais do Partido Comunista, em Pequim, dirigentes provinciais e municipais mandam ver – e a maneira mais fácil de conseguir crescimento econômico, em números, é a construção civil.
Bairros residenciais enormes, completos, boas casas, jardins, alamedas, imitando os subúrbios americanos... sem ninguém (Foto: meuploads.com) Há, porém, um pequeno problema: os imóveis não têm demanda – são caros demais para o poder aquisitivo da maioria das pessoas. Sem contar que, volta e meia, são construídos em áreas obviamente inadequadas, como na zona rural, onde trabalhadores sobrevivem com rendimentos miseráveis.
Há um inacreditável, atordoante estoque de 64 milhões de moradias vazias. “Quando a bolha imobiliária chinesa estourar”, diz o consultor britânico Gillen Tullock, baseado em Hong Kong, “a dos Estados Unidos vai parecer brincadeira”.
Paradoxalmente, centenas de milhões de chineses moram em condições miseráveis.
Confiram na ótima reportagem do jornalista Adrian Brown, do programa Dateline, da emissora de TV Special Broadcasting Service da Austrália.
O vídeo é arrasador.

fonte(s): Coluna do  Ricardo Setti
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publicado por surfandonoassude às 23:42
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O QUE REALMENTE é o FASCISMO

O que realmente é o fascismo
Todo mundo sabe que o termo fascista é hoje pejorativo; um adjetivo frequentemente utilizado para se descrever qualquer posição política da qual o orador não goste. Não há ninguém no mundo atual propenso a bater no peito e dizer "Sou um fascista; considero o fascismo um grande sistema econômico e social."

Porém, afirmo que, caso fossem honestos, a vasta maioria dos políticos, intelectuais e ativistas do mundo atual teria de dizer exatamente isto a respeito de si mesmos.

O fascismo é o sistema de governo que carteliza o setor privado, planeja centralizadamente a economia subsidiando grandes empresários com boas conexões políticas, exalta o poder estatal como sendo a fonte de toda a ordem, nega direitos e liberdades fundamentais aos indivíduos e torna o poder executivo o senhor irrestrito da sociedade
.

LEIA O ARTIGO COMPLETO CLICANDO AQUI
publicado por surfandonoassude às 23:22
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ALIANÇA do PACÍFICO - surge novo bloco econômico

 
Mudanças no mapa latino ameaçam o Mercosul

29 de junho de 2012 - Por Marcio Augusto Lacerda (*)

Surgiu uma novidade no mapa político e econômico da América Latina: México, Colômbia, Peru e Chile uniram-se com o objetivo de dar plena liberdade às suas empresas e aos seus 215 milhões de habitantes para transitar, estudar, trabalhar, movimentar capitais e fazer negócios sem precisar de licença prévia dos governos locais.

É o que prevê a Aliança do Pacífico, o novo bloco regional cuja criação foi anunciada na semana passada pelos presidentes Felipe Calderón (México), Juan Manuel dos Santos (Colômbia), Ollanta Humala (Peru) e Sebastián Piñera (Chile). Está prevista a adesão do Panamá e da Costa Rica no segundo semestre.

Foi um movimento surpreendente, rápido e eficaz. Em dezembro de 2010, o então presidente peruano Alan García lançou a ideia, recebida com entusiasmo por México, Colômbia e Chile. Um ano depois, eles se reuniram e fixaram o prazo de seis meses para um entendimento definitivo. Em março, chegaram a um consenso em inédita reunião de cúpula, por teleconferência. Agora, em Antofagasta, no deserto do Atacama, assinaram o acordo básico.

Trata-se de um compromisso ambicioso, no qual se pretende a livre circulação de pessoas, mão de obra, capitais, bens, serviços e mercadorias, integração de redes de ensino (especialmente universidades), instituições financeiras (Bolsas de Valores) e criação de instâncias institucionais comuns, supranacionais.

As regras desse novo bloco são simples: para entrar é preciso ter tratado de livre comércio com todos os sócios, ser uma democracia, possuir estabilidade jurídica e constitucional. Ao Panamá e à Costa Rica, provisoriamente “sócios-observadores”, faltam acordos comerciais.

Definiu-se que em dezembro entra em vigor o regime de livre circulação de mercadorias, ou seja, eliminam-se barreiras aduaneiras e regras de origem sobre o que é produzido pelos sócios.

Não é pouca coisa: México, Colômbia, Peru e Chile compõem um mercado de 215 milhões de consumidores, somam 35% do PIB da América Latina e são responsáveis por 55% das exportações desse pedaço do planeta.

Há aspectos geopolíticos relevantes. México, Colômbia, Panamá e Costa Rica são países bi-oceânicos, com saídas para o Pacífico e o Atlântico. Além disso, os integrantes da Aliança têm economias abertas, baseadas em acordos bilaterais de comércio com China, EUA, União Europeia, Japão, Coreia, Taiwan, Cingapura e os principais centros econômicos do Oriente Médio.

Na prática, significa que está nascendo um bloco político e econômico capaz de rivalizar com o Mercosul (Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai), fissurado pelas disputas entre sócios em torno de barreiras crescentes sobre um comércio regional de US$ 100 bilhões anuais.

Aliança define distanciamento do Chile, Peru e Colômbia do Mercosul
A Aliança marca um definitivo distanciamento do Chile, Peru e Colômbia do Mercosul, anulando todas as gestões prévias para suas participações no bloco do Atlântico Sul. Impõe o contraste de uma alternativa mais eficaz ao Mercosul, numa etapa em que Uruguai e Paraguai debatem a conveniência de continuar atados a um projeto de integração com escasso repertório de benefícios para suas economias. E deixa ainda mais isolados a Venezuela, o Equador e a Bolívia, onde floresce a desagregação política, social e econômica.

O tempo vai mostrar se os governos de México, Colômbia, Peru e Chile, com Panamá e Costa Rica, serão realmente capazes de converter a Aliança em “uma plataforma de articulação política, integração econômica e comercial e de projeção para o mundo, com ênfase na região Ásia-Pacífico”, como prevê a ata de constituição do novo bloco.

É certo, porém, que a iniciativa tem o frescor da inovação em um continente onde, depois de três décadas, o Brasil, a Argentina, o Uruguai e o Paraguai continuam patinando na retórica palanqueira sobre a integração como meio de ampliar os direitos sociais, políticos e econômicos de mais de 200 milhões de pessoas.


Artigo enviado pelo general Luiz Gonzaga Schroeder Lessa

(*) Fonte(s): http://www.tribunadaimprensa.com.br/?p=40592

                           http://brasilacimadetudo.lpchat.com
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NAZISMO à moda ÁRABE e INQUISIÇÃO à moda MUÇULMANA


O perfil do Irã
O Irã tem se destacado no mundo por suas grandiosas pretensões político-religiosas de dominação global. Líderes políticos e religiosos já falam no "messias iraniano" que destruirá Israel, subjugará o Ocidente e implantará o islamismo no mundo inteiro. O Irã como sucessor e herdeiro do Império Persa, revive também seu ódio milenar nutrido ao povo de Israel. Nesse contexto, o terreno iraniano é fértil para a proliferação de idéias malignas contra Israel e o Ocidente. Mas, acima de tudo, o Irã representa apenas a ponta do grande e perigoso "iceberg" que é o mundo islâmico.


Mundo árabe apresenta sinais bíblicos da chegada do tempo do fim
Esses planos projetados pelos países árabes são
bem ao gosto de satanás, e descritos nas Escrituras como parte das confusões que marcarão o mundo no tempo do fim e culminarão com a chegada da Grande Tribulação.
Com o cadastramento de cristãos residentes em Teerá, o  Irã dá início a um processo de identificação que desembocará numa possível limpeza religiosa em seus territórios, principalmente onde o islamismo muçulmano detém o poder. Mas as ações iranianas são o fruto dos ideais das grandes lideranças religiosas árabes, os grandes muftis que influenciam os povos árabes. O Irá está apenas cumprindo à risca a convocação feita pelo líder saudita Abdul Aziz Bin Abdullah, que quer erradicar as igrejas cristãs do mundo árabe. Aconvocação, divulgada nas mídias árabes em março de 2012, foi feita pelo sheikh Abdul Aziz Bin Abdullah, que declarou à imprensa que “é necessário destruir todas as igrejas da região”. O sheikh é o Grande Mufti da Arábia Saudita,  um dos graus máximos da hierarquia do islã.

Isto é Islã
O fanatismo característico do islã, heresia religiosa fundada por Maomé, prega o ódio e o extermínio de judeus e de todas as nações que rejeitam o islã, fatores que antecipam  problemas para os cristãos no Oriente Médio e, consequentemente, para a nação de Israel. 
As características fundamentais do islamismo, que nada mais é do que o nazismo à moda árabe, permitem antever desde já  uma possível reinvenção da inquisição à moda muçulmana, como já acontece em países africanos onde cristãos são queimados vivos em valas(leia aqui). 
Cabe aos crentes interceder em oração por esses países, onde a fé cristã é crime punível até mesmo com a morte. 

Inicia-se a formação do Gogue e Magogue bíblicos no Oriente Médio
A insanidade e a loucura característicos do islamismo já mostram suas garras e unificam, mobilizam, contaminam e inflamam o mundo oriental. Por isso é que as eleições no Egito são hoje motivo de preocupação, pois são a prova do crescimento do fanatismo islâmico no Oriente Médio, nos países que compõe o norte da África e da antiga Rússia. As eleições no Egito revelam o papel profético do país na formação do que será "O Novo Oriente Médio"(leiaaqui), dando início ao cumprimento dàs profecias bíblicas do Livro de Daniel, que nos informam que o anticristo alinhará os países ao redor de Israel, que formarão o grande movimento chamado de Gogue e Magogue. Dessa união de povos unificados por uma religião fanática usando por pano de fundo o ódio a Israel e ao Ocidente, terão início os conflitos militares que tentarão exterminar a nação israelense e trarão a guerra entre o Oriente e o Ocidente no fim dos dias. Portanto, todas essas maquinações iranianas e do mundo árabe islâmico serão o gatilho que detonará um conflito mundial orquestrado pelo anticristo em seus objetivos destruidores. Afinal, o diabo veio para matar e destruir. Graças a Deus que nos enviou a Jesus Para Nossa Alegria e Salvação. Senhor Jesus, Vem! O mundo está maduro para receber teus justos juízos. Quem tem ouvidos para ouvir, ouça o que a Palavra de Deus nos diz. -  Pr. Wagner Cipriano

fonte: http://wagnercipriano.blogspot.com.br
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TERREMOTO na CHINA e no BRASIL

Forte terremoto atinge a China; tremor é registrado no Brasil Por: Illgner Geovanne - 29 de junho de 2012


Sismógrafo - U.S Geological Survey
Um forte terremoto de 6,3 graus na escala Richter atingiu nesta sexta-feira (no Brasil) o oeste da China próximo a fronteira com o Cazaquistão, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.
O sismo aconteceu às 5h07 (18h07 de sexta-feira em Brasília) e teve epicentro a 151 quilômetros sudoeste da cidade de Shihezi, na província de Xinjiang.
O órgão norte-americano que monitora os terremotos no Mundo informou que o tremor pode ter sido amplamente sentido pelos chineses já que foi registrado a uma profundidade de 9 quilômetros.
    No Brasil
Um terremoto de baixa magnitude ocorreu na manhã desta sexta-feira na região de Baião, no Baixo Tocantins.
Segundo o site Painel Global, o evento aconteceu por volta de 09h00 e de acordo com relato de moradores durou de 5 a 8 segundos e chegou a destruir casas nas vilas do Umarizal e Arequembaua.
Testemunhas informaram que diversas famílias que moram em locais afastadas tiveram vários prejuízos, motivados principalmente por rachaduras e destelhamentos causadas pelo abalo.
fonte: IAnotícia

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A Conspiração dos VERDES


A revista Veja desta semana (20/6/2012) traz uma entrevista interessante com o jornalista inglês James Delingpole, um dos maiores divulgadores do ceticismo científico em relação ao aquecimento global provocado pelo homem. Delingpole diz que a tese dos ambientalistas se tornou uma enorme indústria e que sob ela se oculta um programa político global contrário à democracia.
Leia o artigo completo CLICANDO AQUI
publicado por surfandonoassude às 21:37
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APOCALIPSE ECONÔMICO entre 2012 e 2013


Apocalipse 6:5-6 "Quando abriu o terceiro selo, ouvi o terceiro ser vivente dizendo: Vem! Então, vi, e eis um cavalo preto e o seu cavaleiro com uma balança na mão. E ouvi uma como que voz no meio dos quatro seres viventes dizendo: Uma medida de trigo por um denário; três medidas de cevada por um denário; e não danifiques o azeite e o vinho."

8 sinais de que estamos à beira do apocalipse econômico, segundo Raoul Pal


São Paulo – Não faltam visões pessimistas sobre os rumos da crise econômica, mas o ex-gestor de fundos hedge na GLG Partners e na Goldman Sachs e fundador do Global Macro Investor, Raoul Pal caprichou nas previsões tenebrosas.
Em uma apresentação compartilhada na internet, Pal prevê o colapso do sistema bancário mundial, com os governos das principais economias quebrando e o sistema financeiro passando por uma reorganização completa.

Quando isso vai acontecer? Para ele, entre 2012 e 2013. “Temos cerca de seis meses de negociação nos mercados ocidentais para fazer dinheiro suficiente para compensar as perdas futuras”, alerta Pal.

Na visão do analista, após o efeito dominó, que não pouparia Europa, Estados Unidos e China, o mercado de títulos morreria e só sobraria o ouro e o dólar.

“O colapso bancário e os calotes em massa trariam o maior choque econômico que o mundo já viveu”, diz Pal. “Gostaria de ver outro cenário com igual probabilidade, mas não consigo… Tudo que podemos esperar é que eu esteja errado, mas, de qualquer forma, um sistema completamente novo vai surgir e vai abrir uma série deoportunidades”, destaca o analista, em sua apresentação.

Veja, a seguir, trechos dos slides em que Pal explica por que, em sua visão, o fim está próximo:
O mundo não tem um motor de crescimento, com todas as economias do G20 entrando em “velocidade de estol” (velocidade abaixo da qual um avião não se sustenta mais no ar e começa a cair) ao mesmo tempo.
O mundo está prestes a entrar em sua segunda recessão, com uma depressão em andamento. Pela primeira vez desde a década de 1930, estamos entrando em uma nova recessão antes que os índices de produção industrial, encomendas de bens duráveis, emprego e PIB do setor privado tenham voltado ao patamar anterior.
Este será o pico cíclico mais baixo de crescimento do PIB na história dos países do G7, ou seja, é o alicerce mais fraco para se entrar em uma recessão.
As 10 nações mais devedoras do mundo têm uma dívida superior a 300% do PIB mundial.
A história mostra que quando uma nação dá o calote na dívida soberana, outros calotes vêm em seguida. Um calote da União Europeia significaria um calote do Reino Unido, seguido por Japão, Coréia do Sul, China, Estados Unidos e, finalmente, a maior crise bancária da história.
Não sabemos exatamente o que está por vir, mas podemos ligar os pontos entre o ponto que estamos agora e o colapso do primeiro grande banco. Há pouco espaço para resgates governamentais, o que permite facilmente ligar os próximos pontos entre o primeiro banco fechado e o colapso de todo o sistema bancário europeu, e depois a quebra dos governos.
Praticamente não há freios para evitar essa situação e quase ninguém percebe a seriedade da situação.
O problema não são os 70 trilhões de dólares em dívida do G10. O problema é o colateral de 700 trilhões de dólares em derivativos associados a eles. Isso equivale a 1200% do PIB mundial e está apoiando em bases muito, muito fracas.

Confira a apresentação completa, em inglês:

The End Game


FONTE: http://fimdostempos.net
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Quarta-feira, 27 de Junho de 2012

O BURACO e O ABISMO

O homem que desmoralizou a patifaria
 
MÍDIA SEM MÁSCARA
ESCRITO POR PERCIVAL PUGGINA | 22 JUNHO 2012

Os estragos de Maluf se indenizam em São Paulo, com dinheiro, e se punem com cadeia. Os de Lula levarão décadas para serem retificados na consciência nacional e nas instituições do país.

Tão logo começaram a circular pelo mundo as imagens de Lula e Maluf selando aliança política para beneficiar Haddad no pleito paulistano, a mídia disciplinada pelo PT começou a reprovar o comportamento de Lula. Não o fazer seria escandaloso. Mas era preciso reprovar como quem estivesse surpreso. Como se aquilo fosse uma grande novidade e uma nódoa incompatível com a alva túnica do seráfico ex-presidente.

Do lado oposicionista, surgiram comentários no sentido de que se tratava de uma aliança entre iguais. Dizia-se que ambos se mereciam. Que seriam parceiros na escassez de escrúpulos. Que os dois seriam dotados de uma consciência maleável como massinha de moldar. Também essa foi minha primeira opinião, até assistir a um debate em que tal afirmação foi feita, recebendo a seguinte contestação de um representante do PT: "Não dá para comparar Lula com Maluf. Lula não é procurado pela Interpol!". Essa frase me levou a colocar os dois personagens nos pratos de uma balança mental das iniquidades. Instalei-os ali, enquanto sopesava as respectivas biografias, que, a essas alturas, enchiam as páginas dos blogs e sites da rede.

Resultado do teste: Maluf foi catapultado para cima enquanto Lula se estatelava embaixo. De fato, Lula não tem condenação criminal. Mas até mesmo na balança de um juízo moral tolerante, é infinitamente mais danoso do que seu parceiro. O que ele fez com a política, com a democracia, com os critérios de juízo dos eleitores e com as próprias instituições nacionais é pior, muito pior do que o prontuário criminal do seu parceiro na eleição paulistana. Os estragos de Maluf se indenizam em São Paulo, com dinheiro, e se punem com cadeia. Os de Lula levarão décadas para serem retificados na consciência nacional e nas instituições do país.

A sociedade, em algum momento, emergirá da letargia produzida pelo carisma do ex-presidente e pela rede de mistificações em que se envolve. Compreenderá, então, que o modo de fazer política introduzido por Lulaconseguiu desmoralizar a patifaria. Antes dele havia um certo recato na imoralidade. As vilanias eram executadas com algum escrúpulo. Quando alguém gritava que o rei estava nu, as pessoas olhavam para as partes polpudas do rei e se escandalizavam. Com Lula, as pessoas olham para o lado. Não querem ver. São como os julgadores de Galileu que se recusavam a olhar pelo telescópio com que ele lhes queria mostrar o universo: "Noi non vogliamo guardare perché se lo facciamo potremmo cambiare". Não olham porque mudar de opinião pode custar caro.

Então, o rei aparece no jardim, nu como uma donzela de Botticelli, e as pessoas olham para o Maluf, de terno e gravata com ar de escândalo. Se isso não é a desmoralização da moral, se a influência de Lula nos costumes políticos não nos submete, como cidadãos, aos padrões próprios de um covil de velhacos, então é porque - ai de mim! - em algum lugar do passado recente, perdi a visão e a razão.

FONTE:http://cavaleirodotemplo.blogspot.com.br
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A DESACELERAÇÃO da INDIA e a ASCENSÃO da INDONÉSIA


Desaceleração da economia indiana afasta investimento estrangeiro
Por: Guilherme Santana
CHENNAI, Índia 27 de junho de 2012



Países membros BRICS – Fonte: Wikicommons
Integrado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, o BRICS – assim apelidado pelo economista Jim O’Neill – é a combinação dos países emergentes com o maior potencial de mercado. Porém, um destes países tem perdido força frente as outras economias mundiais.

A Índia está entre as maiores economias e apresenta um forte mercado consumidor interno, além de se destacar no setor de Tecnologia da Informação (TI). Mas isso não a tem o país asiático a evitar a queda de investimentos estrangeiros nos últimos dois anos.

O mercado investidor tem perdido a paciência com a paralisia política e desaceleração do crescimento econômico do país. “A Índia foi vendida com a promessa de alto crescimento que simplesmente não foi cumprida ao longo dos últimos quatro anos”, disse Gautam Prakash, fundador do fundo de proteção americano Monsoon Capital. Os escândalos de corrupção e inflação elevada foram adicionados aos problemas. O país enfrenta um crescimento lento nos últimos três anos, enquanto o déficit fiscal sofre alto avanço.

Mas os problemas que a Índia tem enfrentado não são os únicos que assolam o BRICS. A hostilidade entre os países geradores da sigla é um problema muito maior. A Rússia está aumentando os seus investimentos militares para defender a sua soberania frente a China. Índia e China têm diferenças quanto aos limites de suas fronteiras, sendo que a segunda já declarou que o problema não será resolvido tão cedo.

Em relação ao comércio, a Índia iniciou medidas antidumping contra a China, enquanto o Brasil juntou-se aos EUA e a União Europeia em uma disputa na Organização Mundial do Comércio (OMC) contra práticas comerciais chinesas.


Ameaça vizinha

Com a falha da Índia em cumprir sua promessa de crescimento, a Indonésia se encontra em uma posição para atrair os investidores com maiores retornos no mercado acionário, uma melhor gestão fiscal e menor inflação. O PIB indiano caminhava na casa dos 9 a 10% quando se aliou ao BRICS. De lá para cá a economia do país teve uma séria desaceleração. Já a Indonésia, faz o caminho oposto.

Na mesma época a economia do país alcançava os tímidos 4 a 5%, e vem em uma crescente forte. A Indonésia tem finanças públicas sólidas, crescimento forte, um mercado consumidor crescente e abundância de recursos para manter a economia em constante desenvolvimento. A economia da Índia atingiu um ponto áspero com o ritmo mais lento de crescimento em três anos e com um governo que não consegue cumprir as reformas econômicas.

O desinteresse pela Índia gerou no mês de abril deste ano, de acordo com dados da Reuters, uma retirada de 403 milhões de dólares de ações indianas e títulos por investidores estrangeiros. Embora seja difícil estimar o quanto da perda da Índia tem sido o ganho da Indonésia, os observadores dizem que muitos investidores têm olhado cada vez mais para a Indonésia como uma alternativa para a Índia.

Com informações do The Times of India, IBN Live e Rediff Business.

FONTE: http://ianoticia.com

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Terça-feira, 26 de Junho de 2012

A PANDEMIA ANUNCIADA


" Quando abriu o quarto selo, ouvi a voz do quarto animal, que clamava: "vem!" E vi aparecer um cavalo esverdeado. Seu cavaleiro tinha por nome Morte; e a região dos mortos o seguia. Foi-lhe dado poder sobre a quarta parte da terra, para matar pela espada, pela fome, pela peste e pelas feras." (Ap. 6, 7-8)


Pandemia de gripe aviária pode ocorrer a qualquer momento, afirma estudo   -   Kate Kelland - Em Londres

O mundo ainda não viu uma forma mortal do vírus da gripe aviária que possa se espalhar facilmente entre humanos e provocar um surto global, mas isso não significa que não vai acontecer, disseram cientistas nesta quinta-feira (21).

Depois de estudarem quinze anos de dados sobre o vírus da gripe aviária na natureza, os pesquisadores disseram que algumas cepas já estavam a meio caminho de adquirir um punhado de mutações necessárias para se transformar em uma forma que poderia provocar uma devastadora pandemia em humanos.

"As mutações remanescentes poderiam evoluir em um único hospedeiro humano, fazendo de um vírus que se desenvolve na natureza uma ameaça potencialmente séria", disse a jornalistas Derek Smith, que liderou a pesquisa da Universidade de Cambridge na Grã-Bretanha.


Atualmente a gripe aviária, ou o H5N1, pode ser transmitido de aves para aves, e de aves para humanos, mas não de humanos para humanos. Quando passa de aves para humanos é geralmente fatal.

Dois estudos anteriores, de pesquisadores nos Estados Unidos e na Europa, descobriram que com apenas cinco mutações o vírus H5N1 pode se tornar transmissível pelo ar entre mamíferos, potencialmente incluindo a transmissão de pessoa a pessoa.

O trabalho deles causou controvérsia porque eles manipularam os vírus no laboratório para produzir novas cepas mutantes.

Até agora os cientistas não estavam certos se essas mesmas mutações poderiam se desenvolver na natureza.

Mas o pesquisador Colin Russell disse que o estudo que fez com Smith, publicado na quinta-feira no periódico Science, mostrava que era possível.

"Vírus que têm duas dessas mutações já são comuns em aves, o que significa que há vírus que teriam que obter apenas três mutações adicionais em um humano para se tornar transmissível pelo ar", ele disse a repórteres.

Até agora, o vírus H5N1, que foi detectado pela primeira vez em Hong Kong em 1997, já infectou dezenas de milhões de patos, gansos, galinhas e outras aves. As pessoas que foram infectadas - até agora houve 606, das quais 357 morreram - o foram, na maior parte, por ter contato próximo com as aves.
FONTE: http://noticias.uol.com.br
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A HIPÓTESE IMPOSTA - um PRETEXTO para um IMPOSTO

FINALIDADE: sustentar a ditadura do anticristo
“O aquecimento global é uma hipótese”, diz climatologistaPor: Illgner Geovanne -22 de junho de 2012

O professor climatologista do Departamento de Geografia da Universidade de São Paulo revela em entrevista ao IAnotícia que a temperatura da Terra não está aumentando e que não existem provas para confirmar o aquecimento global.
FONTE: http://ianoticia.com

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IMPOSTO do GOVERNO MUNDIAL já COMEÇOU na AUSTRÁLIA

Imposto do “Aquecimento Global” entra em vigor em julho na Austrália
Por: Natália Ballotin
MELBOURNE, Austrália 26 de junho de 2012


Fonte: FreeDigitalPhotos.net
O governo australiano prevê que com a implementação da taxa de carbono no país, 159 milhões de toneladas de poluentes deixarão de ser lançados na atmosfera até o ano 2020 – o equivalente a retirada de 45 milhões de carros das ruas.
Em novembro de 2011, após mais de dez anos de debate sobre a implementação da taxa de carbono na Austrália, e uma forte oposição, o projeto que visa reduzir as emissões de CO2 do país foi aprovado pelo Senado. A proposta que partiu do governo, liderado pela primeira-ministra Júlia Gillard, juntamente com uma coligação que inclui o Partido Verde e três deputados independentes.

A proposta determina que os principais emissores de CO2 do país devem começar a pagar a taxa de carbono a partir de 1 de julho de 2012. Cerca de 500 empresas serão envolvidas e terão que pagar uma taxa de cerca de 23 dólares (R$ 46) por tonelada de carbono emitido. A taxa será aumentada em 2,5 por cento ao ano até 2015, depois disso, a mesma deixará de existir e um sistema de comércio de emissões entrará em vigor.

O governo australiano pretende reduzir as emissões do país em 5% até o ano de 2020, e em 80 por cento, até 2050, ambos em relação aos níveis do ano 2000. Vale lembrar que a Austrália é um dos maiores exportadores de carvão do mundo, e também, está entre os países que mais polui o planeta por habitante.

A impopularidade da medida

A taxa do carbono tem sido fortemente criticada pela oposição conservadora, que a descreve como ineficaz e destruidora de empregos, além de alegar que o custo de vida dos australianos aumentará. De acordo com dados divulgados pela mídia local, a conta de eletricidade dos australianos deve aumentar em 10 por cento durante o período de 2012 a 2013, e o preço do gás em 9 por cento.

Contudo, o governo promete planos de benefícios fiscais, aumento das pensões e prestações sociais para 9 em cada 10 famílias. “O governo insiste que não quer prejudicar a renda da população, mas sim, encorajar as grandes empresas a utilizarem fontes de energia renováveis”, explica Phillip Hudson, editor-chefe do jornal “The Herald Sun”.

De acordo com Hudson, cerca de 24.5 bilhões de dólares serão arrecadados durante os três anos que a taxa de carbono for cobrada, e mais da metade dessa verba será destinada aos programas de subsídios à população. “O restante do dinheiro será utilizado para apoiar empregos; ajudar as indústrias durante o período de transição, e também para investir em outros programas pró-meio ambiente”, explica. Para compensar os efeitos da taxa sobre a indústria, o governo australiano propôs disponibilizar créditos gratuitos de carbono para 36 setores industriais, como a mineração e siderurgia, já a partir de julho.

Mesmo com os incentivos propostos pelo governo, ainda há muito descontentamento diante da medida, e muitas empresas continuam a argumentar que a taxa do carbono fere a competitividade da indústria principalmente em um momento de crise econômica mundial. Uma pesquisa realizada pelo 2012 Lowy Institute Poll, revela que a população também não aprova a medida imposta pelo governo. De acordo com os dados revelados na primeira terça-feira do mês de junho (5), 63 por cento dos entrevistados são contra a introdução de um preço fixo para o carbono. Além disso, 57 por cento dizem que apoiam o fim da taxa.

Caso tal impopularidade perdure, é provável que o Partido Trabalhista não consiga vencer a eleição federal de 2013 e o futuro da taxa de carbono pode vir a ser comprometido, já que o líder da oposição Tony Abbott mencionou por inúmeras vezes que vai rescindir o imposto caso o partido de coalizão vença a próxima eleição.

fonte: IAnotícia
publicado por surfandonoassude às 18:18
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A INGOVERNABILIDADE GREGA e o DESCARRILAMENTO do EURO

Cartoon de Angelis.
A Grécia é ingovernável (e o descarrilamento do euro continua)

A seguir às últimas eleições gregas, fui entrevistado pelo 7:30 Report da ABC [TV da Austrália]. Na entrevista (que pode assistir aqui ), apresentei a visão triste, mas realista, de que realmente importa pouco o que aconteça na Grécia. "A Grécia está acabada", argumentei, enquanto o descarrilamento do sistema euro da Europa prossegue imparável. Ler a transcrição:
Leigh Sales, apresentador: Juntando-se agora a nós, a partir de Atenas, está o economista grego Yanis Varoufakis.
A pergunta óbvia é: o que acontece agora?

Yanis Varoufakis, Professor de Teoria Económica, Universidade de Atenas: Bem, o descarrilamento do comboio que é a eurozona, o qual começou com a Grécia e outros vagões já começou a deixar os trilhos sequencialmente – Irlanda, Portugal, agora a Espanha – e continua. E a votação de ontem não vai mudar nada disso. Toda exuberância e celebrações são total e absolutamente inapropriadas. Receio que a eurozona e a Europa continue ao longo do caminho dos últimos dois anos, o de uma cascata de erros, uma comédia de erros. Olhe para a Espanha, ao que está a acontecer ali hoje. Olha para o que está a acontecer na Itália. A menos que a lógica, ou o que passa por lógica, na abordagem europeia desta crise se altere, e se altere rápido, muito em breve a eurozona será história.

Leigh Sales: Bem, vamos ater-nos ao grande quadro por agora antes de tratarmos da Grécia. O que pensa que podia acontecer então para impedir esse desastre tal como o vê?

Yanis Varoufakis: Desculpe, não ouvi porque há um bocado de ruído – pode repetir a pergunta?

Leigh Sales: Sim. O que pensa que é preciso acontecer para impedir o desastre tal como o vê?

Yanis Varoufakis: Três coisas, os passos muito simples que precisam ser dados. Olhe, na Europa, seja na Grécia ou na Espanha, o que temos agora são bancos insolventes que estão numa abraço mortal com estados insolventes. Assim, os estados obtêm dinheiro emprestado do centro da Europa a fim de dar aos bancos e os bancos tomam emprestado para dar ao estado e tanto bancos como estados estão de certa forma atados num abraço mortal com ambos a afundarem muito rapidamente. Então, o que precisamos fazer é romper este nexo entre bancos insolventes e estados insolventes. Assim, o modo de fazer isto é unificar o sistema bancário, europeianizá-lo na União Europeia e tê-lo a ser financiado directamente e não através de governos nacionais. Trata-se de um passo muito simples, mas é um passo que parece demasiado grande para a União Europeia.

Em segundo lugar, o que é preciso é uma mutualização, uma espécie de dívida comum, como temos na Austrália, como sabe, em que o Governo Federal tem a sua própria dívida para além dos estados. E, terceiro, precisamos uma política de investimento que abranja toda a eurozona. Como há uma área de divisa [comum], é preciso ter uma estratégia de investimento, um mecanismo de reciclagem para o todo. A menos que tenhamos estas coisas, e a Alemanha não quer tais coisas, receio que não haja absolutamente nada para impedir a continuação deste movimento vagaroso de descarrilamento.

Leigh Sales: Agora, voltando especificamente à Grécia, os políticos gregos não puderam se por de acordo sobre as condições de um debate televisivo durante a campanha eleitoral. Como irão eles comprometer-se sobre medidas para consertar a economia grega?

Yanis Varoufakis: Eles não podem consertar a economia grega. A economia grega está acabada. A economia grega está numa grande, grande depressão. O crescimento da economia social está no seu longo Inverno de descontentamento. Não há poder, não há força, dentro da economia grega, com a sociedade grega que o possa impedir. É como, imagine, se estivéssemos em Ohio em 1931 e perguntássemos: o que podem os políticos de Ohio fazer para fazer com que Ohio saia da Grande Depressão? A resposta é nada.

Leigh Sales: Então o que acontece à Grécia?

Yanis Varoufakis: Depende do que aconteça na eurozona. Assim como o que aconteceu em Ohio dependeu da subida do Presidente Roosevelt e o do New Deal. A menos que tenhamos um new deal para a Europa, a Grécia não terá uma oportunidade. Mas isso não significa que se a Europa se conserte a si própria a Grécia se conserte a si mesma. É uma condição necessária que a eurozona descubra um plano racional para si própria. Não é uma condição suficiente. A Europa pode consertar-se e a Grécia, estando tão frágil e doente, ainda pode ter enormes problemas e nunca recuperar. Mas até e a manos que a eurozona descubra um plano racional para travar este comboio arruinado por toda a União Europeia, por toda a eurozona, a Grécia não tem de todo qualquer possibilidade.

Leigh Sales: Vi em algumas estatísticas hoje que sete em cada 10 gregos querem emigrar. Como descreveria o estado de espírito nacional aí?

Yanis Varoufakis: Isto é a nossa Grande Depressão. Não só num sentido económico como também num sentido psicológico. Os gregos estão num estado catatónico. Num momento, em estado de raiva, noutro em estado de depressão. Não há perspectivas. Não há luz no fim do túnel. Há sacrifícios, mas ninguém tem o sentimento de que estes resultem em alguma espécie de investimento ali na esquina. Este é o problema quando se está preso numa eurozona que está realmente mal concebida, que está em colapso e que não dá oportunidades para as suas partes mais frágeis escaparem através de alguma espécie de crise redentora.

Leigh Sales: Yanis Varoufakis, percebemos quanto alvoroço há aí. Muito obrigado por pelo tempo que gastou para falar connosco esta noite.

Yanis Varoufakis: Obrigado.

26/Junho/2013O original encontra-se em yanisvaroufakis.eu/...

FONTE: Esta entrevista encontra-se em http://resistir.info/ .
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publicado por surfandonoassude às 18:02
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VATICANO propõe uma AUTORIDADE POLÍTICA e um BANCO CENTRAL MUNDIAL



"Vi ainda outra besta emergir da terra; possuía dois chifres, parecendo cordeiro, mas falava como dragão. Exerce toda a autoridade da primeira besta na sua presença. Faz com que a terra e os seus habitantes adorem a primeira besta, cuja ferida mortal fora curada. Também opera grandes sinais, de maneira que até fogo do céu faz descer à terra, diante dos homens." [Apocalipse 13:11-13].


Vejamos a notícia:

O VATICANO PROPÕE CRIAR UMA AUTORIDADE POLÍTICA MULDIAL PARA ENFRENTAR A CRISE
O Pontífice Conselho para “Justiça e Paz” do Vaticano, presidido pelo cardeal Peter Turkson, propôs a criação de uma Autoridade Política Mundial e um Banco Central Mundial para favorecer “mercados livres e estáveis, disciplinados por um quadro jurídico adequado” frente a atual crise econômica e financeira.

Segundo explicado o dicasterio(sic) vaticano, esta Autoridade deveria ter “um horizonte planetário” à serviço “do bem comum”, embora tenha precisado que esta autoridade “não pode ser imposta pela força, senão a expressão de um acordo livre e compartilhado” entre os países. “O exercício de uma autoridade assim terá que ser necessariamente super-partes”, destaca a nota publicada pela Rádio Vaticana.

Assim, a Santa Sede sublinhou que os governos “não deverão servir incondicionalmente à autoridade mundial” senão que, pelo contrário, deve ser esta autoridade “a que deve estar à serviço de todos os países membros, segundo o princípio de subsidiariedade”.

O Vaticano recordou que o objetivo desta autoridade será “criar mercados eficientes e eficazes para que não estejam protegidos por políticas nacionais paternalistas” e promover “uma equitativa distribuição da riqueza mundial” mediante “formas inéditas de solidaridade fiscal global”.

Não obstante, o Vaticano precisou que “ainda resta muito caminho por recorrer antes de criar uma autoridade pública com competência universal”, embora tenha lembrado que será necessária “uma prévia prática do multilateralismo”. Segundo indica, a Organização das Nações Unidas(ONU) seria a encarregada de criar esta autoridade mundial.

BANCO CENTRAL MUNDIAL

Além disto, o dicasterio vaticano destacou que a economia “necessita da ética para seu correto funcionamento” e recuperar também “o primado do espiritual e a ética”, assim como “medidas de taxação das transações financeiras, mediante quotas equitativas” para contribuir “com a constituição de uma reserva mundial e sustentar as economias dos países golpeados pela crise”.

Por isto, o Vaticano pediu que se proceda com a reforma “do sistema monetário internacional” para dar vida “a uma forma de controle monetário global” e sublinhou que o Fondo Monetário Internacional (FMI) “perdeu sua capacidade de garantir a estabilidade financeira global”.

Assim, a Santa Sede precisou que é necessário um organismo que desenvolva as funções de “um banco central mundial que regule o sistema das mudanças monetárias” e regule as atividades “bancárias e financeiras”.

Segundo explica a nota do dicasterio, a comunidade internacional deve criar um corpo legislativo “mínimo e composto de regras” para gerenciar “o mercado financeiro global”.

Fonte: "europapress.es"

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publicado por surfandonoassude às 17:32
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ILLUMINATI, MITO ou VERDADE?

REDE BOAS NOVAS: Illuminati, mito ou verdade?



FONTE (S): http://apocalink.blogspot.com.br
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