Terça-feira, 5 de Junho de 2012

A CRISE EXISTENCIAL da EUROPA


A Europa vive hoje um dilema crucial para si, com desdobramentos para o resto do mundo. Poderá surgir daí uma solução forçada do tipo "Estados Unidos da Europa", o que, realmente, pode ser a "única saída" (previamente planejada pelos teatrólogos do poder mundial: CRIAR O PROBLEMA - OFERECER A SOLUÇÃO) ou, se não houver essa integração PLENA (político-econômica), tudo irá ruir. Particularmente, não acredito que os "governantes" europeus (os idealizadores do projeto) irão permitir que anos de trabalho venham desfazer-se assim tão facilmente; eles acharão uma solução que, em última instância, até pode ser o surgimento de duas europas, a do euro e a de fora do euro. De qualquer maneira, qualquer dessas hipóteses trará o rumo pelo qual o mundo já não será mais o mesmo, estamos prestes a ver surgir mais uma besta político-econômica, se com uma ou duas cabeças, não sei, mas no final ela terá sete (e dez chifres) não que seja a a Europa a besta, mas a partir do modelo que surgirá. 
    No artigo a seguir, que não é de minha autoria, surgem algumas observações bem pertinentes a esse dilema existencial. Boa leitura!

A AMEAÇA DA AMNÉSIA ALEMà    


 
(Joschka Fischer) A situação da Europa é séria – muito séria. Quem teria pensado que o primeiro-ministro britânico, David Cameron, apelaria aos governos da zona euro para reunir coragem para criar uma união fiscal (com orçamento e política fiscal comuns e dívida pública solidariamente garantida)? E Cameron defende também que a integração política mais profunda é o único caminho para parar a desagregação do euro.


Um primeiro-ministro britânico conservador! A casa europeia está em chamas, e Downing Street está a pedir uma resposta racional e resoluta do corpo de bombeiros.

Infelizmente, o corpo de bombeiros é liderado pela Alemanha, e o seu chefe é a chanceler Angela Merkel. Como resultado, a Europa continua a tentar apagar o fogo com gasolina – a austeridade imposta pelos alemães – com a consequência de que, em três meros anos, a crise financeira da zona euro se tornou numa crise existencial europeia.

Não nos iludamos: se o euro se desagrega, assim acontecerá à União Europeia (a maior economia do mundo), espoletando uma crise económica global numa escala que a maior parte das pessoas hoje vivas nunca conheceu. A Europa está à beira de um abismo, e certamente cairá nele a não ser que a Alemanha – e a França – alterem o seu rumo.
As recentes eleições em França e na Grécia, juntamente com eleições locais em Itália e distúrbios continuados em Espanha e na Irlanda, mostraram que o público perdeu a fé na rígida austeridade que a Alemanha lhes impôs. O remédio radical de Merkel colidiu com a realidade – e com a democracia.

Estamos mais uma vez a aprender da maneira mais difícil que este tipo de austeridade, quando aplicado no decorrer de uma crise financeira importante, apenas leva à depressão. Esta perspectiva devia ser do conhecimento comum; foi, apesar de tudo, uma lição importante das políticas de austeridade do Presidente Herbert Hoover nos Estados Unidos e do chanceler Heinrich Brüning na Alemanha de Weimar no início da década de 1930. Infelizmente, a Alemanha, entre todos os países, parece tê-la esquecido.

Como consequência, o caos paira na Grécia, assim como a perspectiva de próximas corridas aos depósitos bancários em Espanha, Itália, e França – provocando uma avalanche financeira que soterraria a Europa. E depois? Devemos desperdiçar o que mais que duas gerações de europeus criaram – um enorme investimento em construção de instituições que levou ao mais longo período de paz e de prosperidade na história do continente?

Uma coisa é certa: uma desagregação do euro e da União Europeia implicaria a saída da Europa da cena mundial. A política actual da Alemanha é ainda mais absurda à vista das amargas consequências políticas e económicas que enfrentaria.

Compete à Alemanha e à França, a Merkel e ao Presidente François Hollande, decidir o futuro do nosso continente. A salvação da Europa depende agora de uma mudança fundamental na atitude da Alemanha relativamente à política económica, e da posição da França relativamente à integração política e a reformas estruturais.

A França terá que dizer sim a uma união política: um governo comum com controlo parlamentar comum para a zona euro. Os governos nacionais da zona euro já estão a agir em uníssono como um governo de facto para lidar com a crise. O que se está a tornar cada vez mais verdade na prática deve ser levado a cabo e formalizado.

A Alemanha, por seu lado, terá que optar por uma união fiscal. Em última análise, isso significa garantir a sobrevivência da zona euro com o poder económico e os activos da Alemanha: aquisição ilimitada dos títulos de dívida pública dos países em crise pelo Banco Central Europeu, europeização de dívidas nacionais através de eurobonds, e programas de crescimento para evitar uma depressão da zona euro e para impulsionar a recuperação.

Pode imaginar-se facilmente a celeuma na Alemanha sobre um programa deste tipo: ainda mais dívida! Perder o controlo sobre os nossos activos! Inflação! Simplesmente não funciona!

Mas funciona: o crescimento induzido pelas exportações da Alemanha é baseado em programas desse tipo, em países emergentes e nos EUA. Se a China e a América não tivessem distribuído capital parcialmente financiado por dívida nas suas economias desde 2009, a economia alemã teria sofrido um sério golpe. Os alemães devem agora questionar-se se eles, que foram quem mais lucrou com a integração europeia, estão dispostos a pagar por esta o preço devido ou se preferem deixar que esta falhe.Para além da unificação política e fiscal e de políticas de crescimento para o curto prazo, os europeus precisam urgentemente de reformas estruturais dirigidas à restauração da competitividade da Europa. Cada um destes pilares é necessário para que a Europa ultrapasse a sua crise existencial.

Entenderemos nós, alemães, a nossa responsabilidade pan-europeia? Certamente não parece que assim seja. Na verdade, raramente esteve a Alemanha tão isolada como agora. Quase ninguém compreende a nossa política de austeridade dogmática, que vai contra toda e qualquer experiência, e consideram-nos bastante fora de rumo, senão mesmo dirigindo-nos para o tráfego que vem em sentido contrário. Ainda não é tarde demais para mudar de direcção, mas agora temos apenas dias e semanas, talvez meses, em vez de anos.

A Alemanha destruiu-se – e à ordem europeia – duas vezes no século vinte, e depois convenceu o Ocidente que tinha chegado às conclusões certas. Só desta maneira – reflectida vividamente no seu apoio ao projecto europeu – conseguiu a Alemanha consentimento para a sua reunificação. Seria simultaneamente trágico e irónico se uma Alemanha restaurada, por meios pacíficos e com a melhor das intenções, trouxesse a ruína da ordem europeia por uma terceira vez.


Traduzido do inglês por António Chagas (Project Syndicate)
fonte (s): 
http://diariodaprofecia.blogspot.com.br/
http://www.publico.pt
publicado por surfandonoassude às 07:34
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A TERRA TREME MUITO !

"...os fundamentos da terra tremem.

De todo está quebrantada a terra, de todo está rompida a terra, e de todo é movida a terra.

De todo cambaleará a terra como o ébrio, e será movida e removida como a choça de noite; e a sua transgressão se agravará sobre ela, e cairá, e nunca mais se levantará.

E será que naquele dia o SENHOR castigará os exércitos do alto nas alturas, e os reis da terra sobre a terra." 

Isaías 24:18-21


EM TEMPO: 6.04.2012A terra treme muito! Os cientistas não encontram explicação para os 39 terremotos que abalaram o planeta em apenas dois dias. ”Algo está errado! Há muitos terremotos fortes “que, de acordo com um muito famoso sismólogo Roménia, Gheorghe Marmureanu, que é o mais recente terremoto da Indonésia é muito incomum.

A série de choques (8,6 e 8,2 graus na escala Richter) que abalou a Indonésia nos últimos dias e três terremotos horas depois, no México (7, 6,9 e 6,2 graus na escala Richter). Em seguida, dois outros terremotos menores ocorreram na Roménia – magnitude 3,5 sob a prateleira do Mar Negro e uma magnitude de 3,5 a Vrancea.



“Um evento extraordinário que não pode ser explicado pela ciência”


Segundo Marmureanu, não há relação entre os terremotos que abalaram o mundo nos últimos dias, mas o que aconteceu na Indonésia veio de forma inesperada, não pode ser explicado pela ciência. “As estatísticas mostram que na região da Ásia, há um grande terremoto a cada 500 anos ou mais. No entanto, desde 2004, já existiam três terremotos com magnitudes superiores a 8, e isso está fora de sismologia estatística. Algo está errado! Há muitos grandes terremotos na região da Indonésia, “avisa” o cientista.

Gheorghe Marmureanu que trabalha no Instituto Nacional de Física da Terra em Roménia, considera que o planeta entraria em colapso após uma série de terremotos que ocorreram em apenas 48 horas.

Fonte: Express-News
publicado por surfandonoassude às 07:02
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ONU defende DIREITOS BANDIDOS e quer a EXTINÇÃO da Polícia Militar

A extinção da PM ou da ONU?
ONU, que permitiu genocídios no Sudão e Ruanda, nunca pediu a extinção do PCC
Julio Severo
    Nesta quarta-feira o Conselho de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU), numa medida de interferência extrema, pediu ao Brasil a extinção da Polícia Militar, acusando-a de numerosas execuções extrajudiciais.
    A principal motivação da ONU foi o recente caso onde foram presos três policiais da Rota — grupo da Polícia Militar —, que, num confronto com o PCC (Primeiro Comando da Capital), na Penha, zona leste de São Paulo, mataram homens do PCC, cujos integrantes estavam armados com fuzis, submetralhadoras, pistolas e revólveres.
ONU: interferência nos assuntos internos do Brasil
A morte dos membros do PCC provocou a crítica da ONU, cobrando a extinção da PM.
A cobrança da ONU pela extinção da PM ocorre num contexto social onde mais de 50 mil brasileiros são assassinados por ano. Oficialmente, menos de 10 por cento desses crimes são solucionados. Isto é, mais de 90% dos assassinos são premiados com a impunidade.
É um caso grave onde a ONU deveria fazer cobranças diárias, pedindo ações concretas para eliminar as ações criminosas que assassinam milhares de brasileiros por ano. Pelo bem estar do da população do Brasil, a ONU poderia recomendar o armamento da população brasileira e até mesmo a pena capital, como meio de eliminar indivíduos que assassinam gente inocente.
Contudo, a ONU vem trabalhando de forma inversa, exigindo o desarmamento da população civil, numa meta esquerdista de tornar as pessoas totalmente indefesas diante dos assassinos, inclusive abolindo a pena capital para eles.
Quem abolirá a pena capital que tem eliminado mais de 50 mil brasileiros por ano? De modo particular, quem abolirá a pena capital para os bebês em gestação que está sendo promovida pela própria ONU?
A PM e até mesmo a ONU deveriam ser investigadas por excessos. Mas se a PM realmente matou integrantes do PCC, deveríamos deixar a população brasileira, que é vítima inocente desses criminosos violentos, opinar. Quem extermina exterminadores da população pode ser considerado bandido? Quem mata inocentes, seja bandido, PM ou ONU, é que deveria levar o rótulo e castigo de criminoso.


Polícia Militar, não o PCC, na mira da ONU
Quando centenas de milhares de crianças, mulheres e homens inocentes estavam sendo massacrados no Sudão durante mais de uma década, a ONU mal bocejava um protesto. Era um caso de genocídio. Mas a ONU não teve a coragem de cobrar a extinção das forças que estavam exterminando os sudaneses.
As vítimas eram em grande parte cristãos, e os assassinos eram forças governamentais muçulmanas. Mas suspeito que, se por um milagre, alguma nação fornecesse armas para os cristãos, de modo que eles pudessem reagir e matar seus matadores, a ONU prontamente gritaria “genocídio” e permitiria uma ação militar de várias nações contra os supostos abusos de “direitos humanos” cometidos pelos cristãos.
Centenas de milhares de cristãos foram mortos, bem debaixo do nariz indiferente da ONU.
Milhões de bebês em gestação estão sendo mortos por leis incentivadas, louvadas e promovidas pela ONU, que não quer o Brasil fora desse negócio macabro. Por isso, o Brasil vem sofrendo pressões da ONU para legalizar o aborto, de modo que governo, empresários médicos e mulheres tenham atendidos seus desejos de exterminar inocentes.
A resistência do povo brasileiro tem sido fabulosa, pois dois gigantes — ONU e governo brasileiro sob o PT — querem o aborto legalizado e o único obstáculo é o povo.
A ONU e o governo brasileiro estão também alinhados em outras questões. O governo petista quer a tal Comissão da “Verdade”, para premiar ainda mais terroristas comunistas que queriam derrubar o governo do Brasil e instalar uma ditadura sanguinária no modelo da União Soviética. Eles foram detidos pelo governo militar e hoje seus aliados reivindicam, a todo o custo, a canonização desses indivíduos que, fortemente armados, assaltavam bancos e matavam.
Em vez de serem forçados a devolver todo o dinheiro que roubaram, são premiados. Em vez de pagarem por seus assassinatos, são prestigiados.
E a ONU, que nada fez para deter o genocídio do Sudão, apareceu para dar seu selo de aprovação para tal Comissão da “Verdade”.
E agora quer também extinguir a PM? Se a PM matou inocentes, que seja punida. Se matou assassinos, por que puni-la? O que se precisa no Brasil é diminuir o número de assassinos que incham os números de 50 mil assassinatos por ano, não sustentá-los, protegê-los e defendê-los.
Se a ONU quiser cobrar o Brasil por esses milhares de assassinatos e até mesmo pedir a extinção do governo petista por seu descaso para com a segurança da população, tudo bem. É uma cobrança e pedido perfeitamente justificáveis. Mas cobranças justas não são o forte da ONU.
Se a ONU fez algum bem à humanidade, que tentem reciclá-la. Mas com seu papel no Sudão, em Ruanda, na legalização do aborto e agora na interferência dos assuntos internos do Brasil, sua extinção seriam mais que bem-vinda.
publicado por surfandonoassude às 06:29
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Segunda-feira, 4 de Junho de 2012

POLÍTICA na IGREJA

BALAÃO, BALAQUE E A BUSCA PELO PODER POLÍTICO NA IGREJA MODERNA

No livro de Apocalipse lemos um trecho que nos remete a fatos que ocorreram num tempo bem distante ao de João em Patmos. No contexto da carta à Igreja em Pérgamo, destacamos a seguinte parte:

"Balaão, o qual ensinava Balaque a lançar tropeços diante dos filhos de Israel..." (Apocalipse 2:14)
Essa passagem nos mostra dois personagens: Balaão e Balaque. Personagens que existiram na época em que o povo de Israel, após ter saído do Egito, travava sucessivos enfrentamentos e marchava rumo à terra prometida pelo Criador.

Nada nas Escrituras está registrado por um acaso. Não esqueçamos que quem revela a João as palavras para as sete igrejas é o próprio Senhor Jesus. Balaão e Balaque são citados e relacionados diretamente a práticas dos irmãos em Pérgamo. Geralmente vemos os comentários sobre essa passagem de Apocalipse 2:14 falarem muito de Balaão e de sua doutrina tortuosa, mas não se fala muito em Balaque.

Balaão era um profeta não hebreu da região da Mesopotâmia. Já Balaque era o rei de Moabe. Naqueles dias, aproximadamente 15 séculos antes de Cristo, o reino dos moabitas estava sendo ameaçado, quando o povo de Israel marchava para a conquista da terra prometida (Números 22-24). Por essa razão, o rei Balaque mandou chamar Balaão e lhe ofereceu riquezas para que este amaldiçoasse a Israel.

Ora, nós sabemos que os nomes de pessoas que aparecem nas cartas às sete igrejas do Apocalipse estão carregados de um forte simbolismo, possuindo um profundo significado profético para a vida das Igreja.

Dessa forma, entendemos que Balaão é um tipo de mestre ou profeta da Igreja que já não anda mais corretamente diante de Deus e é seduzido pelas riquezas e ofertas dos reis e poderosos da terra. Balaão é um tipo de líder da Igreja que abre as portas para o poder do mundo entrar no coração de muitos na Igreja.

Hoje em dia, vemos muitos líderes e pastores que fazem acordos e conchavos com governantes e com políticos, em troca de favores, cargos e recursos para seus ministérios. Permitem o casamento da Igreja com a corrupção do mundo. E esses líderes passam a ser influenciados pelo status e o prestígio que recebem. Passam a frequentar as cortes e palácios dos reis da terra. Por sua vez, em troca, os reis da terra aprendem com eles como tentar manipular a Igreja do Senhor para seus interesses e ambições.

Balaque é um tipo de rei e governante da terra. Balaque simboliza o poder político e econômico deste mundo mau, que aprende a lançar tropeços contra o Israel espiritual, que é a Igreja do Senhor. Lembremos que foi no período de Pérgamo, se aplicarmos as sete cartas apocalípticas a sete eras da Igreja, que surgiu o Imperador Constantino, o qual pode ser considerado o primeiro Balaque a lançar o tropeço do poder e da riqueza para dentro da Igreja.

A palavra 'tropeços' que aparece em Apocalipse 2:14 vem do grego skandalon. Esse é um termo mais moderno que se origina da palavra grega mais clássica skandaléthron, que era uma vareta onde se fixava uma isca para atrair um animal ou presa.

Fica clara na revelação dada pelo Senhor a João o alerta para uma profunda armadilha espiritual. Isso é exatamente o que acontece quando a Igreja se mistura com os poderes desse mundo mau... Ela cai em uma armadilha espiritual. Satanás estará sempre buscando lançar artimanhas contra a Igreja.

Em Pérgamo, a partir do século III, a Igreja caiu na armadilha de aceitar fazer acordos com os poderes do mundo. Dessa forma, muitos deixaram de ser puros e separados para Deus, passando a fazer um casamento com os governos deste mundo e deste sistema. Essa foi a armadilha em que aquela Igreja caiu e muitos continuam caindo ao longo dos séculos. Ainda é tempo de arrependimento (Apocalipse 2:16)

Em Cristo,

Johnerikson Santana
_____________________________________ Saiba que o Senhor está no controle de tudo e de todos. Mesmo nos momentos mais difíceis, Ele estará conosco. A nossa salvação em Cristo é eterna. Nele, somos novas criaturas. Ele já venceu a morte. O Senhor é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na tribulação. Se você leu este artigo e ainda não tem a certeza da salvação eterna em Jesus, faça agora mesmo um compromisso com Ele! Convide-o para entrar em seu coração e mostrar-lhe a verdade que liberta. Veja porque você precisa ser regenerado e justificado, para viver a boa, perfeita e agradável vontade eterna do Criador e estar firme Nele diante de qualquer circunstância. Clique  AQUI
FONTE: http://www.projetoomega.com/
publicado por surfandonoassude às 18:53
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A CRISE É...A transformação da DÍVIDA de (POUCOS) privados em DÍVIDAS PÚBLICAS (de todos)

      
      Os Países não aumentaram o deficit por causa do fácil acesso ao crédito, este foi um aspecto secundário: os Países aumentaram o deficit na altura em que os bancos começaram a chorar por causa da dívidas que ameaçavam a "Apocalipse". Aí os Estados (e a União) intervieram para financiar um sistema bancário apodrecido por causa dos activos tóxicos. Aí houve a transformação das dívidas dos (poucos) privados em dívidas públicas (de todos).

        A situação actual é, de facto, igual à aquela dalguns Países do Terceiro Mundo, nomeadamente da Argentina do colapso, com o Fundo Monetário Internacional a gerir as contas internas. E sabemos como isso acabou...

       Hoje, a Alemanha e outros Países credores estão a mudar o peso do ajuste à crise para os Países devedores. Toda a culpa foi descarregada para eles, os Países da "periferia" (na década de 80 aqueles do Terceiro Mundo, hoje os devedores da União Europeia): na verdade, os Países do "centro" têm construído um sistema defeituoso. A dinâmica criada ameaça a própria existência da União Europeia. Isto é o que eu chamo de "bolha política" da crise.A magia de Soros
George Soros é uma pessoa fantástica.

É o típico indivíduo que fala contigo para explicar que roubar é mau enquanto te devolve a carteira vazia. Soros é assim, é naturalmente simpático.

Quando Soros afirma que este sistema é podre, diz a verdade: ele foi uma das pessoas que mais ganhou com a podridão, sabe muito bem do que fala. Por isso é bem ouvi-lo com atenção: ninguém melhor dum ladrão conhece a arte do roubo.

Hospede do Festival da Economia em Trento, Italia, Soros explicou assim a actual situação:

A crise põe em causa os próprios fundamentos da teoria económica, com base na física newtoniana. Entre as ciências naturais e as ciências sociais, há uma diferença. Nas ciências naturais os factos têm valor objectivo. Os eventos sociais são o resultado de sujeitos pensantes, que têm uma vontade própria, não são meros observadores. A minha abordagem é baseada em Karl Popper, o meu mestre, que me ensinou como a interpretação da realidade quase nunca coincide com a própria realidade.

Falibilidade e reflexividade são as características deste tipo de conhecimento, de entendimento, que é falacioso. Estas produzem uma discrepância entre as expectativas dos actores sociais e o que efectivamente acontece. Tentei concentrar-se sobre o papel dos erros, de como estes influenciem o comportamento dos agentes económicos, como no caso das bolhas financeiras. Em suma, devemos abandonar a ideia de um modelos universais capazes de prever o futuro.
 
E bravo Soros, descobriu que a Economia não é uma ciência exacta. E não é, de facto. Mas eu teria distinguido entre Economia e Finança: ambas não são exactas, mas a Finanças, em particular nas últimas décadas, abandonou o contacto com a realidade para percorrer caminhos até então inexplorados.

Se falarmos de "bolhas", como é este o caso, não podemos esquecer que tudo começou em 2007 nos Estado Unidos, com o subprimes: uma operação construída nos escritórios dos bancos e das grandes agências de investimento. Subprimes, derivativos, Wall Street: muita finança, pouca Economia. Não vamos cair no erro de demonizar a Economia, tal como já aconteceu com a Política: os grandes problemas nasceram no mundo da Finança, a Economia ainda paga estes erros, a Finança nem por isso.

Até 2008, poucos pensavam como eu. Desde o início da crise internacional as coisas mudaram. Também a crise do Euro mostra como é importante o papel das convicções erradas. As autoridades pensaram que tivesse sido gerada por problemas fiscais, e, portanto, usaram o remédio errado. Aplicaram políticas de austeridade, em vez que expansivas. A crise do Euro ameaça destruir a União Europeia.

Mas a própria UE é uma bolha, um objecto irreal. Inicialmente, começou com a iniciativa de um pequeno número de estadistas, que escolheram a política dos pequenos passos, sabendo que uma vez que o processo tinha atingido a maturidade iria revelar-se insuficiente.
 
O problema veio à tona em breve: tinha sido realizada uma união monetária, mas não uma união política. Logo a Alemanha aumentou a sua competitividade enquanto os outros Países, com o fácil acesso ao crédito, tornaram-se menos competitivos, e a partir de 2008 aumentaram o seu deficit. Tornaram-se como os Países do terceiro mundo na época em que estavam fortemente endividados em moeda muito mais forte do que a deles. Alguns Países tornaram-se credores, outros devedores.
A magia de Soros não é a mentira: é o saber misturar com sabedoria dados reais para chegar à conclusões falsas.


Os Países não aumentaram o deficit por causa do fácil acesso ao crédito, este foi um aspecto secundário: os Países aumentaram o deficit na altura em que os bancos começaram a chorar por causa da dívidas que ameaçavam a "Apocalipse". Aí os Estados (e a União) intervieram para financiar um sistema bancário apodrecido por causa dos activos tóxicos. Aí houve a transformação das dívidas dos (poucos) privados em dívidas públicas (de todos).

A situação actual é, de facto, igual à aquela dalguns Países do Terceiro Mundo, nomeadamente da Argentina do colapso, com o Fundo Monetário Internacional a gerir as contas internas. E sabemos como isso acabou...

Hoje, a Alemanha e outros Países credores estão a mudar o peso do ajuste à crise para os Países devedores. Toda a culpa foi descarregada para eles, os Países da "periferia" (na década de 80 aqueles do Terceiro Mundo, hoje os devedores da União Europeia): na verdade, os Países do "centro" têm construído um sistema defeituoso. A dinâmica criada ameaça a própria existência da União Europeia. Isto é o que eu chamo de "bolha política" da crise.

Hoje todos os Países estão a realinhar as suas políticas financeiras, como se o fracasso da Zona Euro fosse possível. Isso efectivamente reduz a disponibilidade de crédito para as pequenas e as médias empresas, fazendo agravar ainda mais a crise. A economia real está a baixar, excepto na Alemanha, o que aumenta as fracturas no interior da UE. A opinião pública se opõe, por outro lado, cada vez mais à austeridade. As autoridades, especialmente a Alemanha, ainda podem mudar a própria atitude.

Os Gregos provavelmente darão confiança a uma coligação disposta a aceitar as condições impostas pela União. Mas a crise no Outono vai chegar na Alemanha. Seriam precisas políticas extraordinárias para dar fôlego aos mercados financeiros. Deveriam tratar do problema bancário e do problema do excessivo endividamento. Os bancos precisam de um sistema de garantias dos depósitos na Europa. Os Países altamente endividados precisam de respirar. É essencial o apoio do governo alemão e da Bundesbank [banco central da Alemanha, ndt].
 
Será que os Gregos vão verdadeiramente aceitar uma coligação que aceite as medidas da União Europeia? Vamos esperar as eleições no final deste mês.

No entanto temos uma previsão importante: a crise na Alemanha durante o próximo Outono. Algo para impressionar a plateia? Nada disso, Soros não precisas destas coisas: esta é uma autêntica previsão, de quem já conhece quais as próximas movimentações no mercado.

E depois, a aberrante solução de apoiar a Finança para ajudar a Economia, sem enfrentar a verdadeira natureza do excessivo endividamento. Os tão discutidos Eurobonds e a atitude da Alemanha. Que, vista uma provável crise nos próximos meses, terá que mudar, com ou sem sorriso nos lábios..

No entanto, é provável que o Euro vai sobreviva. Caso contrário, os mesmos Países credores, liderados pela Alemanha, teriam uma montanha de créditos incobráveis. A Alemanha fará o possível para salvar o Euro, mas nada mais. A periferia provavelmente se tornaria uma área permanentemente deprimida, o que tornaria a UE uma coisa muito diferente daquela sonhada originalmente.

Além disso, os Alemães não entendem porque uma receita que funcionou para eles, baseada na autoridade, não está a funcionar agora a uma escala europeia. Devemos fazer todo o possível para convencer a Alemanha a assumir plenamente o papel de liderança que merece, e temos apenas alguns meses para fazê-lo.
 
Um problema conhecido bem conhecido.

Porquê uma falência "oficial" da Grécia (a "não-oficial" é já um facto, a "semi-oficial" também) é continuamente negada? Porque os bancos da Alemanha (mas não apenas eles) estão cheios de créditos gregos. Créditos que, em caso de falência, ficariam como papel sem valor.

Mas não há só a Grécia: há também Irlanda, Portugal, Espanha, Italia...com o fim do Euro a perda no sector bancário seria uma voragem, na qual muitas instituições poderiam desaparecer.

A Alemanha líder do Velho Continente? Eu sei, a ideia pode assustar: mas não esquecemos que a simpática Angela Merkel não é a Alemanha, apenas uma parte dela. A Alemanha de que Soros fala é um País com bem outra a atitude.

Eu também vi a UE como um sonho bonito, e tento defende-la como posso. As etapas mostram como as políticas adoptadas, os resgates, não vão funcionar. A principal responsabilidade recai sobre a política, não nos hedge funds, não nos mercados financeiros, que, basicamente, fazem aquilo para o qual foram criados. A política descarrega as suas responsabilidades nos mercados financeiros, mas é como atirar para o mensageiro. A crise não foi criada a partir dos instrumentos financeiros.
 
E Soros não mente. Não foram os instrumentos financeiros que criaram a crise, porque afinal estes são meros instrumentos. Atrás deles há homens, não muitos, mas alguns sim. E o simpático Soros sabe isso melhor de qualquer outro.


Ipse dixit.

Fonte(s): Agência de Imprensa da Província de Trento
                    "Informação Incorreta"
publicado por surfandonoassude às 18:25
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O MUNDO PÓS-CRISE: Cooperação Euro-BRICS


MAP6 - Especial EuroBRICS! Cooperação Euro-BRICS: para o mundo pós-crise, por Franck Biancheri

- Editorial MAP6 – Especial Euro BRICS (Maio 2012) -

Uma edição especial Euro-BRICS em colaboração com a Universidade MGIMO de Moscou

Com este número especial de MAP consagrado a futura cooperação Euro-BRICS, LEAP/E2020 continuamos explorando o caminho que conduz ao mundo pós-crise. No âmbito dessa cooperação, se trata de antecipar os processos que vão ser determinantes na conformação da governabilidade do século WWI e que vão permitir o reequilíbrio pacífico das relações entre as principais potências mundiais.

Não é por acaso que publicamos este número apenas após a eleição presidencial francesa. O efeito, a derrota de Nicolas Sarkozy marca o fim do parêntesis americanista na França e que durante os últimos 5 anos se caracterizou por sua alienação incondicional com as posições geopolíticas do eixo Washington/Londres/Tel Aviv. A vitória de François Hollande, pelo contrário, implica não somente a recuperação de uma visão geopolítica “galomitterandiana” (visão de uma Europa independente) como também a afirmação da necessidade imperiosa de explorar novas relações com os países que formam os BRICS.

Como se poderá constatart no presente número de MAP, a cooperação Euro-BRICS se encontra em um estado avançado e isto, em vários âmbitos (ciência, tecnologia, economia, ...) mas falta entretanto uma relação político-diplomática clara que outorgue a esta relação um impacto construtivo sobre a evolução do mundo. Alemanha abriu o caminho em 2011 com sua abstenção a intervenção militar na Líbia no Conselho de Segurança da ONU, como China, Rússia e Brasil. Mas contra as posições americanistas incorporadas pela França, nenhuma mudança estrutural podia ser esperarada em matéria de aprofundamento dos interesses comuns da zona Euro e dos BRICS. Além da crise econômica e financeira mundial, a crise de endividamento que atravessam os Estados e o impasse das aventuras militares ocidentais, são numerosos os temas de convergência entre, por um lado, os países europeus e por outro, Rússia, China, Índia, Brasil e África do Sul. A troca de governo da França irá proporcionar isso à zona Euro, ao menos a um grupo de países pioneiros em torno da posição franco-alemã, um terreno fértil para propor, daqui a 2013, as bases de uma verdadeira estratégia conjunta Euro-BRICS.  

Como em toda cooperação, certas temáticas provocam tensões e também desacordos. E por esta razão, o diálogo é necessário. Existindo uma referência político-diplomática Euro-BRICS, as tensões que gera, por exemplo, o imposto europeu sobre o carbono que afeta as companhias aéreas não prejudicaria como é o caso
Há alguns meses, as relações entre Bruxelas e Pequim, Moscou ou Nova Deli. Sem nenhuma dúvida, a presença de um intermediário nomeado a nível europeu, capaz de proporcionar elementos chave para um acordo entre os diferentes membros implicados, sobre todo o nível da Organização da Aviação Civil Internacional (OACI), seria preferível a atual e insustentável situação em que se encontra a EU a causa da Comissão Européia. O intermediário poderia ignorar a postura ideológica da Comisária Européia de Ação pelo Clima, Connie Hedegaard (1) e evitar assim um enfrentamento prejudicial para a cooperação entre Europa e o bloco dos BRICS.

Mas para além desse exemplo, e de outras tantas cooperações bilaterais Euro-BRICS, é no G20 que essa cooperação cairá de madura em 2013. Sobre as questões da reforma do sistema monetário internacional e sobretudo da moeda mundial de referÊncia, como sobre os problemas de controle dos grandes operadores financeiros privados, a zona Euro e o BRICS possuem interesses estratégicos comuns. Um deles, que constituem uma maioria do G20, pode emergir uma visão do mundo do pós-crise, e uma dinâmica capaz de fazê-la funcionar. Posto que, como havia indicado LEAP/E2020 já em 2009 e durante o G20 de Londres, sem um reexame do papel do dólar e sem um controle rigoroso das grandes instituições financeiras privadas, não haverá uma saída possível da crise.

Hoje, neste mês de maio de 2012, por primeira vez depois da crise mundial, as condições nos parecem reunidas para poder avançar rapidamente em matéria de cooperação estratégica Euro-BRICS e, desta maneira, aumentar as possibilidades de superar a crise atual.

Toda a equipe do MAP espera que este número especial ajude ao leitor a ter uma idéia do caminho a percorrer nos próximos anos, a adquirir uma visão mais clara das grandes mudanças geopolíticas que trarão os anos que virão, com respeito ao mundo que conhecemos desde 1945.

Por último, assinalamos que este número especial Euro-BRICS do MAP não só estará disponível, como habitualmente, em francês, inglês, alemão e espanhol, senão também em português, russo e chinês.
 
Notas:
(1) Recordemos que a mesma Connie Hedegaard, então ministra dinamarquesa de meio ambiente, em dezembro de 2009 teve que abandonar a presidência da Cúpula de Copenhague sobre o Clima por uma revolta geral contra sua gestão das negociações. Um “detalhe” que não deveria escapar aos europeus em suas atuais discussões com os países do BRICS sobre o imposto do carbono. Fonte: Guardian, 16.12.09

Artigo original publicado no "GlobalEurope Anticipation Bulletin"
publicado por surfandonoassude às 15:41
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"TRÊS MESES DE VIDA para o EURO, porque a ECONOMIA ALEMÃ vai QUEBRAR"

George Soros avisa: dou três meses de vida para o Euro, porque a economia Alemã vai quebrar.
Samuel Natanael
O bilionário húngaro George Soros dos EUA está de volta para dar a sua visão apocalíptica sobre o futuro económico da Europa, dando um período de tempo muito curto para a sobrevivência do euro.

Em um discurso neste fim de semana, Soros disse que "as autoridades têm três meses durante o qual eles ainda podem corrigir seus erros e inverter as actuais tendências . "

"Quando me refiro às autoridades, primeiro eu quero dizer o Governo alemão e do Bundesbank , numa crise, pois os credores têm o poder e nada pode ser feito sem o apoio da Alemanha ", continua ele.
No entanto, Soros acredita que "nos próximos três meses, a economia alemã também irá enfraquecer e ainda mais difícil para a chanceler Angela Merkel para convencer o público alemão a assumir responsabilidades adicionais em relação à Europa . "

Fontes :
http://www.revelacaofinal.com/2012/06/george-soros-avisa-dou-tres-meses-de.html
http://www.eleconomista.es/internacional/noticias/4015701/06/12/Soros-da-tres-meses-de-vida-al-Euro-porque-la-economia-alemana-tambien-se-debilitara.html (Castelhano) 
Blog "Nos Dias de Noé"
publicado por surfandonoassude às 14:34
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Domingo, 3 de Junho de 2012

ESPANHA, 4º ESTADO "CAÍDO" da EUROZONA


Não é oficial mas é verdadeiro:
A Espanha é o 4º estado membro caído da Eurozona

por Yanis Varoufakis

Quando o primeiro-ministro espanhol declarou que o estado espanhol salvaria o Bankia enquanto, ao mesmo tempo, admitia que a Espanha não podia obter o cash para fazê-lo, havia duas explicações plausíveis sobre como este feito poderia ser alcançado.

Uma era que a Espanha se tornaria oficialmente o quarto estado membro da Eurozona a ter caído fora dos mercados, assegurando um salvamento do resto da Europa.

A segunda explicação era que a Espanha se tornaria o quarto estado membro da Eurozona a ter caído fora dos mercados, assegurando um salvamento do resto da Europa, sem admitir que isto fosse o caso – não oficialmente.

Imagine qual das duas opções a Europa escolheu: A segunda, naturalmente! Na verdade, por que confessar tudo quando a opção do subterfúgio está disponível?

Assim, foi isto que eles fizeram: A Europa permitiu à Espanha emitir nova dívida pública que é transmitida a bancos espanhóis (ao invés de dinheiro) em troca de acções. Então, os bancos enviarão esta nova dívida pública ao BCE como colateral em troca de cash que manterá em funcionamento as caixas multibanco dos bancos espanhóis. O resultado final será, naturalmente, que a dívida espanhola aumentará e os bancos permanecerão num estado zumbificado.

Compare-se e contraste-se isto com o que está a acontecer (a) na Grécia e Irlanda (países que estão oficialmente "caídos") e (b) no caso de bancos italianos tais como o Unicredit.

No caso da Grécia e da Irlanda, o estado toma emprestado do EFSF tanto na forma de cash como de títulos EFSF. Os últimos são dados aos bancos e são contados como parte dos empréstimos de salvamento do país. No caso de bancos como o Unicredit, o banco emitiria nova dívida privada (seus próprios títulos), tem o estado a garanti-lo e então envia estes títulos privados (mas publicamente garantidos) ao BCE em troca de cash LTRO [1] . O que é que eles têm em comum? Que a dívida pública aumenta em consequência da tomada de empréstimos ou directamente junto ao EFSF (Grécia e Irlanda) ou indirectamente junto ao BCE (Espanha e Itália). A única outra diferença é que países que estão oficialmente "caídos" (Grécia, Irlanda e Portugal) pagam taxas de juro mais altas ao EFSF do que os não oficialmente "caídos" pagam ao BCE.

Oh que confusas teias eles tecem, quando praticam a arte do engano (dos cidadãos e igualmente dos mercados)!

29/Maio/2012 [1] Long-Term Refinancing Operation, do BCE

FONTE: http://resistir.info
publicado por surfandonoassude às 20:38
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"MOSCOU NÃO É SODOMA"


       


“Moscou não é Sodoma”: cristãos ortodoxos interrompem manifestação ilegal de orgulho gay em frente da prefeitura
       
Leiar o artigo completo clicando AQUI - "Blog do Júlio Severo"
publicado por surfandonoassude às 18:15
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GRANDES CIDADES DESABITADAS estão sendo CONSTRUIDAS na CHINA - Porquê?

Por Que Grandes Cidades Desabitadas Estão Sendo Construídas na China? 
A resposta o deixará chocado, pois uma parte pouco conhecida do plano da Nova Ordem Mundial está sendo implementada. Isto significa que o aparecimento do Anticristo pode estar mais próximo do que muitos pensam ser possível. A Nova Ordem Mundial está chegando! Você está preparado?

Compreendendo o que realmente é essa Nova Ordem Mundial, e como está sendo implementada gradualmente, você poderá ver o progresso dela nas notícias do dia a dia!!

Aprenda a proteger a si mesmo e aos seus amados!

Após ler nossos artigos, você nunca mais verá as notícias da mesma forma. Agora você está com a
"THE CUTTING EDGE"

As pessoas de todo o mundo estão olhando para as imagens do Google Earth das novas cidades recém-construídas na China e se perguntando o que os chineses estão fazendo. Por que as autoridades chinesas estão gastando incontáveis bilhões, talvez até trilhões de dólares, construindo fábricas detalhadas que estariam prontas para operar se pessoas estivessem de fato vivendo nas proximidades.

Escolas, parques, prédios residenciais e altos edifícios comerciais estão incluídos em projetos urbanísticos incrivelmente detalhados, do mesmo modo como você esperaria ver em qualquer outra cidade no mundo! Entretanto, não há ninguém vivendo ali!

Como os chineses são conhecidos por seu pragmatismo inato, este acontecimento parece incrivelmente surreal. Mais do que qualquer outro povo, os empresários chineses se preocupam com a lucratividade de seus empreendimentos. Sem pessoas para viverem nessas cidades, operarem as fábricas e ocuparem os prédios residenciais e comerciais, esses empreendimentos não podem gerar lucro algum! Imensos prejuízos estão se acumulando e crescendo cada vez mais. O que está acontecendo? A resposta está em uma parte pouco conhecida do plano dos Illuminati. Mas, primeiro, vamos analisar os fatos.
 
Cidades Chinesas Vazias!?
 
Resumo da Notícia: "Por que a China está construindo estas estranhas 'cidades fantasmas'? As imagens do Google Earth revelam cidades totalmente desabitadas", Jerome Corsi, WorldNetDaily, 6 de fevereiro de 2011."Por que a China está construindo grandes e bem-planejadas 'cidades fantasmas' que estão totalmente vazias de pessoas? O Alerta Vermelho de Jerome Corsi reporta que as fotografias do Google Earth da China mostram cidades de vasta complexidade, formadas por altos edifícios comerciais, edifícios governamentais, edifícios residenciais e casas, todos conectados por malhas de estradas vazias — com algumas das cidades localizadas em regiões realmente inóspitas na China."

"As imagens dessas 'cidades-fantasmas' — após incontáveis bilhões de dólares terem sido gastos no projeto e construção das cidades — revelam que ninguém mora nelas. As fotografias parecem ser de gigantes cidades cenográficas construídas para a filmagem de algum filme apocalíptico em que algum tipo de bomba de nêutrons, ou um desastre natural bizarro, elimina as pessoas da face da Terra e deixa os arranha-céus, estádios esportivos, parques e estradas perfeitamente intactos. Uma das cidades fantasmas chinesas foi construída no meio de um deserto no interior da Mongólia."

"Business Insider mostrou uma série de fotos dessas cidades chinesas fantasmas. Uma delas mostrava que não havia carros na cidade, exceto cerca de uma centena estacionados em pátios em grande parte vazios em torno de um edifício governamental, e outra fotografia mostrava um belo pântano-parque com pessoas acrescentadas usando o Photoshop."

"A China tem agora um inventário estimado de 64 milhões de casas vazias. Ela está construindo até vinte novas cidades fantasmas por ano nas vastas áreas desabitadas do país."

Esta situação é mais do que bizarra! Ela não faz qualquer sentido. E, certamente, não parece ser de bom senso! Portanto, precisamos procurar outro sentido.

De 1984 até 1996, fiquei admirado em ver como Deus sistematicamente abria uma porta depois da outra para que eu pudesse compreender a vindoura Nova Ordem Mundial, o reinado do Anticristo. Deus trouxe três ex-satanistas até mim, em períodos de tempo diferentes, para que eu pudesse me concentrar naquilo que cada um iria me ensinar. Além disso, cada um deles tinha um nível diferente de especialização no ocultismo e no plano para produzir o vindouro Anticristo e seu reinado de curta duração. Cada um deles me falou sobre o plano a partir da perspectiva de alguém que conhecia internamente a Nova Ordem Internacional. Cada um deles tinha sido gloriosamente salvo por meio do poder e do sangue de Jesus Cristo! Considere o seguinte:

1) O primeiro ex-satanista era um ex-membro da Casa da Teosofia e da Igreja Mundial de Deus. Em janeiro de 1991, ele me disse enfaticamente que uma pessoa poderia ler mil livros de Nova Era e não compreender o plano para produzir o Anticristo, mas se essa mesma pessoa lesse os dez livros corretos, compreenderia o plano perfeitamente. Portanto, ele queria me indicar os dez livros corretos.

Passei os três anos seguintes estudando minuciosamente cada um desses dez livros com ele. Durante a última parte desse tempo, dois outros livros foram publicados, que ele considerou altamente proveitosos para o estudo, de modo que os investigamos também.

2) O segundo ex-satanista tinha sido líder em um conciliábulo de magia negra e aprendido a praticar a magia dos Illuminati. Esse homem me ensinou a tradição oral do plano, um plano que é tão insidioso que nunca poderia ser publicado na forma impressa.

3) A terceira pessoa era uma ex-satanista, uma "Filha das Trevas", que foi colocada totalmente sob controle mental por seu próprio pai, que estava vinculado com os Illuminati.

Mas, Deus também abriu outras portas periodicamente para me ajudar em minha compreensão. Ele abriu uma porta muito importante em abril de 1999, quando recebi uma ligação telefônica de um autor e pesquisador cristão. Ele estava entusiasmado porque tinha acabado de aprender um aspecto muito secreto do plano da Nova Ordem Mundial de um agente aposentado de um Serviço de Inteligência. Esse autor cristão tinha ficado retido em um aeroporto devido a uma falha mecânica no avião que faria seu voo de conexão. Ele se dirigiu a um bar/restaurante para comer alguma coisa. Após terminar sua refeição, um homem embriagado acenou para ele ir até sua mesa e acompanhá-lo. O autor cristão aceitou o convite, levando seu refrigerante com ele.

Aquele homem bêbado, ao se embebedar ainda mais, revelou sua formação muito interessante. Durante sua carreira, ele tinha sido alocado muitas vezes a projetos relacionados com a vindoura Nova Ordem Mundial. Imediatamente, os ouvidos de meu amigo cristão ficaram atentos e ele incentivou aquele homem bêbado a falar mais.

Subitamente, o ex-oficial da Inteligência se inclinou para o autor cristão e cochichou o seguinte para ele:

"— O que vou lhe dizer é algo muito secreto e que quase ninguém sabe. Se alguma vez você repetir isto, simplesmente vou negar que eu tenha lhe dito. Se você avançar rapidamente no tempo depois que a velha ordem for demolida e a Nova Ordem Mundial estiver estabelecida, descobrirá uma coisa muito chocante. As únicas etnias vivas na Terra serão os mestres europeus caucasianos e os trabalhadores/escravos chineses. Os chineses fornecerão a mão de obra que os mestres Illuminati necessitam para manterem seus estilos de vida sofisticados. Todos os outros povos e etnias serão erradicados."

Ele então continuou, dizendo que os negros tinham sido especificamente marcados para a total extinção! Qual foi a advertência de Jesus?

"E, se aqueles dias não fossem abreviados, nenhuma carne se salvaria; mas por causa dos escolhidos serão abreviados aqueles dias." [Mateus 24:22].

Quando os líderes do sistema satânico ganharem o controle absoluto sobre o mundo, o Cristo deles "purificará" a Terra. Os escritos ocultistas indicam que o Cristo da Nova Era primeiro estabelecerá seu poder e autoridade sobre todo o mundo por sete anos. Em seguida, ele lançará uma "ação de limpeza" que erradicará todos os povos indesejados e desnecessários.

Agora, sabemos que todos os grupos étnicos, exceto o mestres brancos de origem europeia e os trabalhadores chineses serão erradicados — completamente.

Desde abril de 1999, tenho esperado por alguma evidência que os Illuminati estejam preparando os chineses para serem os trabalhadores para os mestres Illuminati. Sabendo que são necessários anos e muito dinheiro para construir as instalações que os trabalhadores chineses operarão e em que viverão, não estou surpreso em ver essas cidades vazias serem construídas!

Portanto, essas cidades vazias provavelmente estão sendo construídas pelos Illuminati para os trabalhadores chineses.

Finalmente, vejo os indícios que confirmam o fato fantástico que aquele ex-oficial da Inteligência contou para o autor cristão!

Os Illuminati devem estar esperando que o Cristo Maçônico deles aparecerá em apenas mais alguns anos, como essas cidades vazias testificam.

Você está preparado espiritualmente? Sua família está preparada? Você está protegendo seus amados da forma adequada? Esta é a razão deste ministério, fazê-lo compreender os perigos iminentes e depois ajudá-lo a criar estratégias para advertir e proteger seus amados. Após estar bem treinado, você também pode usar seu conhecimento como um modo de abrir a porta de discussão com uma pessoa que ainda não conheça o plano da salvação. Já pude fazer isso muitas vezes e vi pessoas receberem Jesus Cristo em seus corações. Estes tempos difíceis em que vivemos também são tempos em que podemos anunciar Jesus Cristo a muitas pessoas.

Se você recebeu Jesus Cristo como seu Salvador pessoal, mas vive uma vida espiritual morna, precisa pedir perdão e renovar seus compromissos. Ele o perdoará imediatamente e encherá seu coração com a alegria do Espírito Santo de Deus. Em seguida, você precisa iniciar uma vida diária de comunhão, com oração e estudo da Bíblia.

Se você nunca colocou sua confiança em Jesus Cristo como Salvador, mas entendeu que ele é real e que o fim dos tempos está próximo, e quer receber o Dom Gratuito da Vida Eterna, pode fazer isso agora, na privacidade do seu lar. Após confiar em Jesus Cristo como seu Salvador, você nasce de novo espiritualmente e passa a ter a certeza da vida eterna nos céus, como se já estivesse lá. Assim, pode ter a certeza de que o Reino do Anticristo não o tocará espiritualmente. Se quiser saber como nascer de novo, vá para nossa Página da Salvação agora.

Esperamos que este ministério seja uma bênção em sua vida. Nosso propósito é educar e advertir as pessoas, para que vejam a vindoura Nova Ordem Mundial, o Reino do Anticristo, nas notícias do dia a dia.

Fale conosco direcionando sua mensagem a um dos membros da equipe de voluntários.

Se desejar visitar o site "The Cutting Edge", dê um clique aqui:http://www.cuttingedge.org

Que Deus o abençoe. Data da publicação: 17/2/2011
Transferido para a área pública em 3/6/2012
Revisão: http://www.TextoExato.com
A Espada do Espírito: http://www.espada.eti.br/n2440.asp
publicado por surfandonoassude às 17:22
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